quinta-feira, 11 de março de 2010

Quarto em Arles | Van Gogh

Gente, olha que coisa interessante: estão restaurando essa obra do mestre dos mestres Van Gogh em Amsterdã, e as pessoas poderão acompanhar o passo-a-passo através de um blog que o museu criou especialmente para isso. Genial, heim??
Os links para o blog estão na matéria abaixo pra quem quiser acessar.

Bjs
Cintia
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"O quarto em Arles", Vincent Van Gogh, óleo sobre tela, 
72 x  90cm, Museu Van Gogh, Amsterdã, 1888.

Uma das pinturas mais famosas do holandês Vincent Van Gogh, "O Quarto em Arles", está sendo restaurada.

A novidade é que os fãs do trabalho do pintor, um dos mais importantes do movimento pós-impressionista, poderão acompanhar o processo de restauro por meio da internet.

Um blog hospedado no site do Van Gogh Museum's, de Amsterdam, retratará cada passo do processo. As atualizações da página deverão acontecer duas vezes por semana.

A obra foi pintada em 1888 e retrata o quarto do artista na cidade francesa de Arles.

De acordo com uma porta-voz do museu, cores da pintura se esmaeceram com o tempo. O quadro foi retirado de exibição do local em janeiro, e o processo de restauro deve se estender até agosto.


Fonte: G1 Pop e Arte

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da MULHER

Recebi esse email da minha amiga Regina Vilarinhos e divido agora com vcs, já homeageando pelo nosso dia!
Bjs, meninas, e parabéns!!!

Cintia
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"Mulher na Sociedade Sustentável"
Por Amyra El Khalili

No dia 08 de Março comemoramos o “Dia Internacional da Mulher”. Neste mesmo mês, no “dia 22 de Março”, comemoramos o “Dia Internacional das Águas”.
 O  “Dia 08 de Março” é uma data significativa que diferentemente do dia dos namorados, ao invés de presenteá-las com flores, CD Roms, chocolates e cartões de amor, pensamos o quanto as mulheres têm feito no mundo pela questão de gênero (equidade entre os sexos) e tantas outras questões.
 Nesta data os movimentos feministas costumam registrar seus manifestos, proposições e reivindicações, pois os olhares da mídia e da sociedade estão atentos ao tema. Mais do que uma bandeira do movimento feminista, tem sido motivo de mobilizações em prol de um mundo que possa reconhecer o papel da mulher em todas as frentes econômico, políticas, sócio-educacional e ambientais.
 Pensamos sempre na mulher como um ser que dá a vida a outros seres, e responsável por carregar no ventre essas vidas, bem como educar, lavar, passar e cozinhar, além é claro, de trabalhar fora de casa. Há as que trabalham dentro de casa também nesta dupla jornada, ainda convivem com os conflitos de identidade do parceiro, que muitas vezes não consegue acompanhar a evolução das mulheres empoderadas, seja como profissional remunerada alcançando cargos e salários, seja como uma mulher independente financeiramente, e que pode a qualquer momento livrar-se do paradigma de casamentos por dependências ou imposições sociais.
 O que falamos aqui esta sacramentado em diversas teses, debates e artigos, mas o objetivo desta conferência não é repetir o que sabemos de cor, mas iniciar uma discussão para nos conhecermos melhor intimamente enquanto mulheres que somos numa perspectiva ambiental.
 Hoje a questão ambiental superou o tabu nos mesmos enfrentamentos e conflitos que fora a questão de gênero. A questão étnica também não ficou atrás da questão religiosa, das questões de guerra e paz. Na realidade todas essas “questões”  estão interligadas por que dizem respeito ao mundo em que vivemos e o mundo que queremos.
 Não somos seres dissociados desta realidade, pois usamos água, consumimos energia, respiramos igualmente o mesmo ar que todos respiram e se uma bomba cair sobre nossas cabeças neste espaço em que nos encontramos agora, não escolherá se é negra, branca, amarela,  índia, palestina ou judia. Muito menos nos selecionará por sexualidade, crença ou religião.
 É claro que existem focos de conflitos direcionados, e que atingem pessoas e as discriminas por suas identidades, formação étnica e opção religiosa, mas o que atinge o outro me atinge, gerando impacto em minha vida. Sofremos com isso, e muitas vezes nem percebemos de onde vem todo esse sofrimento. Para aqueles que têm consciência, o impacto é direto. Para os outros inconscientes, o impacto indireto pode até causar danos muitos maiores.
 Quando eu sei por que estou sofrendo, é muito mais fácil curar a ferida, mas quando não sei por que estou sofrendo, começo a procurar em mim a causa e efeito deste sofrimento e psicologicamente me desequilibro. E assim é o meio ambiente. O meio ambiente sente e responde a uma velocidade maior do que os seres humanos podem imaginar.
 As mulheres têm tido um papel relevante nas questões ambientais, quando defendem o direito de água para todos. Que é na verdade a defesa do direito à vida. As mulheres têm se movimentado mais rápido que os homens nas questões sócio-humanitárias, nas mobilizações ambientais por que “sentem”  na pele o que significa um meio ambiente doente. Sentem a falta de água, a falta de luz, a falta de um lar num local arejado e sem contaminações. Sentem a falta de uma brisa num dia de calor extremamente abafado, sentem na pele o sofrimento de um  companheiro infectado por algum contaminante químico. Sentem a indiferença do poder público quando têm que sustentar o lar sozinhas e quando seus pares ou filhos ficam na cama por conta de uma enfermidade que os impede de trabalhar.
 É neste aspecto que gostaríamos de analisar com as mulheres. O que isto significa em suas vidas e como se sentem. Será na interação de suas participações como agentes ativos  em uma sociedade plural, que poderemos construir um mundo melhor fazendo com que seus sentimentos e vozes sejam ouvidas.
 As mulheres estão revolucionando o mundo como educadoras ambientais, naturalmente que são, por sua formação biológica e sua capacidade de sentir.  Porém é importante identificar que estes sentimentos não são exclusivo das mulheres, mas também e principalmente dos homens. Homens paridos, criados e educados por mulheres, que têm em suas essências a “feminística” , ou seja, a mística feminina que todos seres humanos possuem. Talvez seja este o nosso maior desafio: despertar essa mística dos Homens, e permitir que Eles a sintam, com tanta ou mais intensidade que a sentimos.
 Portanto os homens são bem vindos em nosso Meio Ambiente para que possamos caminhar juntos, um ao lado do outro – com equidade e respeito às opções de cada um.
 Caminhar um ao lado do outro em busca de um mundo melhor que compreenda e respeite o direito as diferenças e a riqueza da biodiversidade (diversidade de vida) em todos os níveis – de todos seres vivos!
 O Meio Ambiente e as Águas de Março agradecem!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Exposição "Entre Laços"

 
O Convite da exposição já é uma atração à parte

O Centro de Cultura Estação das Artes inaugura no dia 05 de março às 20h a exposição "Entre - laços" da artista plástica Ana da Cunha, com a presença da Camerata – concertos didáticos.
Esta exposição revela-se como resultado de uma pesquisa acadêmica aliada a uma bela história escrita à partir do fascinante repertório imagético, das experiências, sentimentos e toda estrutura familiar de Ana da Cunha. Na mostra, percebe-se a força das mulheres que, sem saber, inscreviam símbolos, criavam formas, construíam frases à partir de seu fazer diário.

Tempo, espaço, sentimento... Pessoas vão se desvelando, se revelando através de cada vestido, bordado, costura. Filha, mãe e avó embaralham-se num ambiente que remete simultaneamente a loja de aviamentos e de armarinhos, sala de costura, sótão pouco visitado, arquivo histórico, quarto de menina, galeria de arte e lar. Riscos e moldes para corte e costura, roupas de bebês delicadamente bordadas, recortes de suplementos femininos de jornais antigos, linhas e carretéis, botões e agulhas, papéis com anotações e papéis de embrulho de lojas há muito esquecidas, laços de cetim e peças de crochê, entre outros objetos, desfilam neste ambiente como fragmentos de discursos.

São objetos do acervo pessoal de Ana da Cunha, adquiridos e acumulados ao longo do processo de produção da vida em família; são documentos que comprovam relações sociais. Mas, em entre - laços são, sobretudo objetos escolhidos e manipulados pela artista com a intenção de enredar o visitante, assim como um disc-jóquei escolhe e manipula seus discos para enredar o dançarino ou o ouvinte. Objetos que esperam ser usados, ter suas novas possibilidades de uso descobertas e continuar a ser usados em sucessivas transferências. Em entre - laços, os documentos deixam de atestar, declarar e comprovar, passando a ser continentes para novas informações e aberturas para novas conexões. Ao longo do playlist da dj Ana da Cunha o dançarino sabe que deve dançar, mas é convidado a produzir novas maneiras de fazê-lo e, também, a imaginar seu próprio playlist ou enredo como uma sequência que desdobra um processo de pensamento.



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Entre-laços
Abertura: 05/03, às 20h com presença da Camerata.
Onde: Estação das Artes, Barra Mansa - RJ
Quando: De 05/03 a 07/04 - terça a sexta-feira, de 10h às 18h e sábado e domingo, das 9h às 14h, exceto feriados.
Quanto: Entrada franca
Info: (24) 3323-0496

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Cultura em Volta Redonda

 
Memorial Getúlio Vargas, Volta Redonda, RJ.

Oi gente! Acho que já citei por aqui algumas vezes o projeto Cultura para Todos, da prefeitura minha cidade. É um projeto muito interessante, pois leva música, dança e teatro de qualidade às pessoas. E o que é melhor: de graça. As pessoas precisam apenas pegar seu ingresso com antecedência e levar 1kg de alimento ou uma caixa de leite longa vida.
Já passou pelo palco do CIne 9 de Abril nomes como Yamadú Costa, Maria Gadú, Frelat, Leila Pinheiro, Alcione, Ivan Lins, João Bosco, Elba Ramalho, Mallu Magalhães, Renato Teixeira entre muitos outros. Dentre os espetáculos teatrais, apareceram por aqui Nerso da Capitinga, Bruno Gagliasso e Thiago Martins (Onde Está Você Agora), Terapia do Riso, Benvindo Siqueira (Pais Criados, Trabalhos Dobrados), Nelson Freitas e Você entre outros.
Uma iniciativa muito boa e todos os artistas ficam felizes em participar e comentam sempre isso durante as apresentações. E exatamente hoje teremos, em uma apresentação especial aberta ao público no espaço Memorial Getúlio Vargas (foto), o grupo Farofa Carioca.
É claro que estarei lá!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Rumos - Itaú Cultural

A partir desta sexta, 19 de fevereiro, estão abertas as inscrições para os encontros sobre história da arte, que acontecerão em março no Rio de Janeiro (RJ), em Santo André (SP) e em Londrina (PR).

Os encontros fazem parte do programa Rumos Artes Visuais 2008-2009 e são divididos em três módulos. O primeiro abrange a década de 1980 e vai até a atualidade, e é comandando por Jailton Moreira. Marisa Mokarzel é responsável pelo segundo módulo, focado nas expressões artísticas das décadas de 1950, 1960 e 1970. Já a arte desenvolvida nas primeiras décadas do século XX será tema do terceiro módulo, com Maria Adélia Menegazzo. 

As inscrições podem ser feitas por telefone, e-mail ou pessoalmente até o término das vagas. 
Clique aqui para conferir a programação detalhada, os dados para inscrição, como local e número de vagas, além das biografias dos professores.
Imagem: Kultur Studio

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Bacharelado em Fotografia

Boa tarde a todos que me visitam! Depois de cinco dias refastelando no atoa, estou de volta com minhas postagens no Blog da Sibucs.
Hoje recebi um email de minha amiga Giovana (sempre presente por aqui) falando de um curso superior em fotografia. Sou apaixonada por fotografia, já fiz uns dois cursinhos, desses do tipo "Aprenda Fotografia Básica" e um outro, mais completo, com direito a caminhada fotográfica, análise das imagens e seleção das melhores fotos. Ah, fiz um curso de revelação também, outra coisa fascinante.
Acho a fotografia uma arte tão poética, tão perfeita. É como se vc pudesse parar o tempo com uma imagem. E esse curso da Cândido Mendes, é formar profissionais dessa área tão carismática e bela. Confesso que me interessei muito...

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Bacharelado em Fotografia e Imagem Digital na Candido Mendes
A partir de fevereiro de 2010, o Instituto de Humanidades da UCAM oferecerá no campus Pio X (Candelária, centro do Rio de Janeiro) o curso “Bacharelado em Fotografia e Imagem Digital”. O curso será ministrado no horário da manhã e terá duração de três anos, incluindo dois semestres de TCC, totalizando 2.400 horas-aula.

Seu objetivo é formar profissionais com uma sólida base humanista e intelectual aliada a competências e habilidades técnicas e artísticas para a realização da imagem fotográfica nos tempos atuais. Na era digital a produção imagética não se restringe apenas à fotografia; por isso, o curso contemplará, também, os inúmeros desdobramentos e aplicações dessa produção, tais como vídeo, cinema, web design, artes visuais e design. Pretende-se que o egresso do curso seja um profissional preparado para atuar em diversos segmentos do mercado de produção, difusão e recepção da imagem.

Atualmente, a fotografia vive um período de grande atividade e transformações, tanto no âmbito de sua realização e circulação, como também na sua economia. Esse curso será o primeiro de graduação plena em Fotografia no Estado do Rio de Janeiro e um dos poucos em todo o Brasil.

A coordenação será do fotógrafo Prof. Dr. Andreas Valentin.

Mais informações:
andreas@pontodevista.com
Tel.: 21 | 8151-7939

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Relembrando Momentos em Família

Domingo ensolarado, almoço na casa da Vó!
Pai, mãe, irmã, tia, vó, primo tio e tia. Que delícia, todos sentados à mesa, conversando animadamente, discutindo coisas simples da vida.
De repente, diante de tão saborosa refeição – espaguete ao alho e óleo e bife à milanesa (pedido da minha irmã), frango cozido e vagem com ovos (esse em minha homenagem...), arroz e salada de folhas regadas com molho de ervas, alecrin e lâminas de alho – surge uma conversa mais deliciosa ainda... cada mulher da família e seu prato inesquecível.
Meu pai manda logo “nunca mais comi um folheado como o da minha mãe!” e minha mãe logo emenda “realmente, ninguém conseguia fazer aquele folheado, só ela tinha a mão para fazer aquilo! E ainda abria a massa com cabo de vassoura! Ficava aquela massa finíssima...” Realmente, não adiantava nem pedir a receita pois minha vó logo dizia “ah minha filha, é só colocar um ‘pouco’ de farinha de trigo, um ‘pouco’ de manteiga, olha só como eu faço...” e tentavam anotar cada coisa que ela fazia, mas qual o quê! Nunca ficava igual! Só ela tinha a magia de mexer aquela massa tão delicada. Eu, sinceramente, não me lembro bem daquele folheado, mas de tanto meu pai e todos os irmãos falarem acabo ficando com água na boca!
Voltando ao bate papo do dia, minha irmã emenda: “Não! Bom mesmo é o tutu da Tia Mariléa!” Esta, presente à mesa, fica encabulada: “O que é isso! Meu tutu é normal!” Como se fosse normal fazer aquele tutu deliciosamente cremoso e coberto com rodelas de linguiça calabresa douradas na frigideira com um fio de óleo acompanhadas por pequenas rodelas de ovos cozidos!
Daí, fomos citando os pratos de cada uma: o Músculo com Batatas da minha mãe, o Strogonoff da minha irmã (lotado de creme de leite), o Nhoque da minha prima Roseli (ela faz à mão e coloca queijo ralado na massa, fica de chorar...), a Pavê Sonho de Valsa da minha Tia Sônia (que ela faz todo Natal e sempre que a gente pede, e coloca o dobro de bombons!), os Ovos Nevados da Vó Hilda, o Torresmo e o Feijão Amigo da Patrícia, a minha Torta Alemã (essa ai foi minha irmã quem disse...), ufa!
Cada uma com sua particularidade e olha que agora escrevendo acabei de me lembrar dos Bolinhos de Alface da minha Vó, nunca comi em lugar algum! São leves e saborosos, muito interessantes. Tem também a Picanha ao Alho que minha irmã aprendeu e prepara magistralmente, selando os bifes altos no azeite...
Cozinhar é realmente uma arte e cada uma tem a sua magia, a sua arte de “mexer o caldeirão” para dar vida aos ingredientes colocados com cuidado um a um e, principalmente, com paciência e amor. Cada prato fica em nossa memória como uma lembrança que nos foi deixada e sempre que nos depararmos diante de tal “experimento” – ou se preferirem, diante de tal prato delicioso – nos lembraremos de um toque de mãos que apenas uma determinada pessoa conseguia dar para criar aquela sensação de prazer e bem estar que sentimos ao levamos à boca tamanho prazer!


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Cíntia Sibucs
09/01/2006

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Um pouco de tédio para o sábado à noite...

Sábado a noite eu tenho uma vontade imensa de sair de casa para qualquer lugar. Mesmo que pra ir até a padaria comprar alguma coisa diferente para um lanchinho à noite. Me dá um anseio de sair, me divertir um pouco depois de uma semana de trabalho.
E exatamente hoje, sábado, 23h09min, estou aqui em casa. Deprimente... Aliás, fiquei em casa hoje o dia todo. Aproveitei o dia tomando um solzinho, ajudei a minha mãe e demos uma geral no quintal, lavamos tudo, ajeitei algumas plantas etc.
Um cochilo à tarde e em seguida vim pra internet colocar umas caixas novas no nosso catálogo virtual (pra quem não sabe, eu e minha irmã fazemos caixas em mdf e criei um catálogo para facilitar a venda e também para divulgar, acesse: Mana's Artes & Cia ).
Enfim, fui organizando as imagens e atualizando blog e orkut e estou aqui até agora. Passando o tempo, já que não vou sair (humpfr...) e me sufoca assitir tv sábado a noite. Aliás, me irrita. Não existe nada pior. Eu não tenho tv à cabo, em casa até tem, mas fica no quarto da minha irmã então prefiro fazer outras coisas mais interessantes. Leio, organizo minhas coisas e às vezes venho aqui para frente do computador. Confesso que isso não é algo que me atrai, já passei dessa fase viciante hoje prefiro o mundo real, mas no caso do blog das caixinhas, acabo me programando para ficar aqui atualizando tudo - até porque isso tá dando bastante certo pra gente e não posso desanimar.
Mas voltando ao assunto da tv nos finais de semana, a gente tem mesmo pouquíssimas opções na tv aberta e a cada dia fica mais difícil escolher o que assitir.
Hoje eu desisti da tv (depois de uma entrevista bem interessante com Ed Mota no Estrelas, da Angélica, nada mais prestou...) e decidi voltar a pintar. Encontrei uma tela guardada há muito tempo e ela me inspirou. Já pesquisei algumas imagens nuns livros aqui em casa e devo começar amanhã. A pintura relaxa a gente.
Eu sempre pintei, mas depois que iniciei meu curso de Artes Visuais, que terminei em 2009, confesso que perdi um pouco o tesão pela pintura pois vc começa a estudar a arte tão profundamente que começa a perceber que tudo o que vc fez até então é muito ruim... rsrrsr. Não que fosse, mas vc sente que é. Aí agora, com a cabeça mais relaxada, comecei a criar coragem para pintar de novo e estou entusiasmada. Vou ver se crio coragem para colocar algumas fotos da produção aqui para vcs verem. Estou precisando distrair minha cabeça e nada melhor do que pintar. Uma alternativa à tv no fim de semana.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Telas com material velho de computador

Interessante e até mesmo ecológico, não??
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O artista plático britânico Nick Gentry descobriu um novo uso para antigos objetos para armazenamento de dados, como disquetes, fitas de vídeo e fitas cassetes. Em suas telas, Gentry usa esses objetos para construir faces imaginárias e identidades que podem ter ligação com informações pessoais armazenadas nos disquetes.

"Como criança que cresceu nos anos 80 e 90, esta combinação (de artefatos para o armazenamento de dados) desempenhou um grande papel no que eu aprendi sobre o mundo", diz Gentry.

"Filmes favoritos, álbuns, jogos e até gravações pessoais - todos eram armazenados neles. O mundo inteiro dependia totalmente destes formatos físicos de mídia. Agora, de repente, nós passamos por um momento em que eles são obsoletos, foram substituídos por inúmeros arquivos intangíveis de dados."


O artista diz que foi por acaso que descobriu que a peça de metal circular no verso dos disquetes funcionava bem como metáfora para o olho humano: "Isto foi muito importante para mim, pois os olhos de uma pessoa podem revelar a identidade dela e seus sentimentos", afirmou.
Gentry disse esperar que seu trabalho possa "encorajar as pessoas a pensar de maneira mais criativa sobre os objetos que são considerados obsoletos ou inúteis".

Ele já participou de mostras em galerias britânicas e nos Estados Unidos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Casa de Cultura Jorge Amado - Ilhéus

O escritor Jorge Amado passou a maior parte de sua vida em Ilhéus,
escrevendo os seus romances. Na foto, estátua dele no Bar Vesúvio.

Através de sua obra conhecida no mundo inteiro, o escritor Jorge Amado divulgou e imortalizou as belezas e as histórias de Ilhéus que encantam a todos que gostam de ler. Para agradecer ao “filho adotivo” (Amado nasceu na vizinha Itabuna), a cidade prestou-lhe uma homenagem à altura de seu talento, transformando sua antiga residência na Casa de Cultura Jorge Amado.
Construído pelo pai do escritor em 1928, o palacete em estilo neoclássico ocupa uma área de 600 metros quadrados, com cinco metros de pé direito, piso de jacarandá e azulejos ingleses na varanda.
Mais tarde, a casa foi vendida para outra família e posteriormente passou a ser uma Faculdade de Direito de Ilhéus.

A Casa de Cultura foi inaugurada em 1988 e abriga em seus grandes salões a Fundação Cultural, a Academia de Letras e o Instituto Histórico de Ilhéus. Visitas guiadas conduzem ao quarto do escritor, onde estão expostas as capas de edições de sua obra, fotos antigas e objetos pessoais.
Quando passear em Ilhéus, não deixe de conhecer a casa de Cultura e visitar o Bar Vesúsio, que fica bem pertinho - o kibe deles é especial!

Links interessantes:
Ferias Brasil
Ilheus da Bahia

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