terça-feira, 24 de novembro de 2009

Wody Allen

O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta, a partir de quarta-feira (18), a mostra "A Elegância de Woody Allen", que vai até o dia 13 de dezembro, no CCBB-SP.
A mostra está também em cartaz no CCBB do Rio desde o dia 3 de novembro. Serão exibidos todos os 40 filmes do cineasta, do primeiro "O que há, tigresa?" (1966), que não foi lançado nos cinemas brasileiros, ao inédito "Tudo Pode Dar Certo" (2009), que só entrará em cartaz no ano que vem.
Produções das quais Woody Allen participa como roteirista e/ou ator, além de outros trabalhos feitos em homenagem a ele, também farão parte da mostra.

Link da Matéria para mais informações!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Passeio Ecológico em Itatiaia em Imagens


Eu e o Léo fomos passear no Parque nacional do Itatiaia no sábado. Tava um dia lindo, com calor e sol e aproveitamos muito. Fomos de moto curtindo a paisagem. A primeira parada é o Centro de Visitantes Walterbilt Duarte de Barros, onde tem um pequeno museu com fotos históricas do Pico das Agulhas Negras e Prateleiras e os primeiros exploradores do local.


Brincadeira muito legal com fotos do parque: Jogo da Memória!


O apelido do Léo é Pica-pau... Daí o motivo dessa foto! Rs!


Fotos lindissímas que mostram um pouco da diversidade natural do lugar.


Parte do museu que mostra a geografia do lugar. Fascinante.

 
Primeira parada para o refresco, na Piscina do Maromba. Muito lindo, mas fundo! Eu nem me arrisquei...


Depois de muita subida, o famoso Véu da Noiva. Lindo.
Dá vontade de ficar tirando uma foto atrás da outra, de todos os ângulos possíveis.



Muito calor e cansaço. Mas vale a pena!


A gente nem percebe, mas é alto!

Alguns cliques pelo caminho...

 
 
 

 


 Muita sede na descida e essa fonte vem à calhar!

 
 
Última parada: Mirante do Último Adeus. É logo no início, tem que prestar atenção para não perder a entrada. No nosso caso, deixamos para a volta.
É um visual de tirar o fôlego. A câmera não consegue registrar com nitidez a beleza dessa vista com um "mar de morros" a perder de vista. Lindo demais esse pedaço de Mata Atlântica ainda preservado.


Visitem e aproveitem cada minuto de ar puro e natureza.
A entrada é 3,00 por pessoa mais o veículo. Lá não tem restaurante nem lanchonete, então é legal levar lanche. Lembrando sempre que todo seu lixo deve voltar com vc, não deixe nada no parque! Vamos preservar o pouco que resta do meio anmbiente em estado natural.


Fotos: Cíntia e Léo

domingo, 15 de novembro de 2009

Crianças que gostam de Ballet



Essa dica é para crianças que gostam do estilo.O livro infantil ilustrado "Contos do Balé" (Cosac Naify), da crítica e bailarina Inês Bogéa, narra a trajetória da dança clássica, revelando curiosidades sobre as apresentações nas cortes e artistas que revolucionaram a dança no Brasil e no exterior.

A obra reconta o repertório de cinco das principais companhias de dança: "A Menina Mal Olhada", "Giselle", "Coppélia", "Petrouchka" e "O Lago dos Cisnes".

Mais de 70 imagens ilustram a evolução da dança, além de mini-biografias que esclarecem dados sobre importantes dançarinos e o significado de elementos como o "tutu" e a "sapatilha". Leitura ideal para as crianças interessadas no balé e na trajetória desta incrível arte.

sábado, 14 de novembro de 2009

Obras do lado de fora do museu



Eu achei super interessante essa ideia. O visitante acaba de passear pelos corredores e salões internos e ao sair, surpresa! Mais exposição, só que do lado de fora.

O jardim externo do Museu da Casa Brasileira (região oeste da cidade de São Paulo) com 6.600 m2 também abriga obras de arte que são constantemente renovadas. A última troca aconteceu no sábado (07/11) e já está sendo conferida pelo público.

A coletiva "Experimentando Espaços" (adorei esse nome) tem a participação dos artistas Afonso Tostes, Amália Giacomini, Amélia Toledo, Arthur Lescher, Carlito Carvalhosa, Daniel Acosta, Eduardo Coimbra, Elisa Bracher, José Spaniol e Raul Mourão - nomes importantes da arte contemporânea brasileira. Eles criaram peças especialmente para o jardim e o visitante ainda tem mais uma opção, que é um terraço que fica ao lado, onde acontece o projeto "Música no Museu", com um grupo de música convidado que se apresenta sempre aos domingos, a partir das 11h.

É a arte chegando cada vez mais perto das pessoas.

. . . . . . . . . .
Museu da Casa Brasileira
Onde: Av. Brig. Faria Lima, 2705, Jd. Paulistano, Reg. Oeste - SP
Quando: Terça a domingo, das 10h às 18h.
Quanto: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Dom e Fer. entrada franca.
Info: (11) 3032.3727 | agendamento@mcb.org.br

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Site da Tarsila do Amaral

Ontem eu estava procurando no Google a imagem de uma obra da Tarsila para ilustrar a postagem sobre a exposição com artistas brasileiros em São Paulo, e acabei encontrando o site oficial da artista.
Aí, decidi compartilhar isso com vcs que gostam de arte.
O site é muito bom e completo, tem todas as obras catalogadas com título, ano, tamanho, estilo e local onde está guardada (aliás, do jeito certo que devem ser descritas as obras em geral).
Além da biografia completa da artista, o internauta ainda vai encontrar textos que contam a história das obras, as fases da artista etc.
O site é muito bonitinho e organizado e vale apena visitar! Espero que gostem dessa dica.




quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Grande Nomes da Arte Brasileira em São Paulo

Di Cavalcanti, Candido Portinari, Tarsila do Amaral, Flávio Shiró, Brecheret... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande e especial!

Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.

O legal dessa exposição é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo. E agora elas saíram desses locais para compor uma exposição só com peças que dificilmente saem desses museus.

A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fica aberta até 10 de dezembro. Eu ainda não fui a esse museu e essa certamente é uma boa oportunidade!


. . . . . . . . . .
"Memorial da América Latina"
Onde: Galeria Marta Traba - Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, Reg. Oeste - SP
Quando: 12/11 a 10/12.
Quanto: Entrada franca
Info: (11) 3823.4600


Imagem: "Manteau Rouge" - 1923
Óleo sobre tela

73 x 60cm
Coleção Museu Nacional de Belas Artes, RJ.

sábado, 7 de novembro de 2009

This is It!

 

Ontem fui assistir ao filme / documentário "This is It", sobre os últimos ensaios de Michael Jackson e confesso que saí do cinema extasiada e completamente chateada em ver uma pessoa tão bem de saúde, disposta e cantando maravilhosamente bem, que morrera tão pouco tempo depois daquelas imagens terem sido feitas.

O filme em si é ótimo e mostra um MJ como a gente sempre quis ver. Ele interage com a equipe, conversa, dirije as cenas do show e dialoga sobre o que quer em cada música. O cara é mesmo um gênio.
O tempo todo ele se desculpa e diz que está poupando a voz e que não pode cantar como gostaria - e ainda assim canta lindamente e com um fôlego inacreditável para uma criatura que parece tão frágil.

Os bailarinos ficam extasiados e no início do filme dão depoimentos de como é estar ao lado do rei do pop. Realmente, deve ser uma sensação indescritível estar ali, dançando com seu ídolo, dançando com MJ!!!!
A banda e os backing vocals são outro show. perfeitos e muito talentosos. MJ pede e eles fazem, viajam junto com ele - e como o show é viajante. Eu queria que nada disso tivesse acontecido e que MJ ainda estivesse aqui para poder assisti-lo em ação de fato, nos shows dessa turnê fantástica.

Em alguns momentos dos ensaios, ele pede que a música seja exatamente como no disco. Ele quer que os fãs ouçam a música como em sua versão original. E tudo fica lindo e ideal, como MJ imagina.

Minhas partes favoritas foram, sem dúvida, "Smooth Criminal" (em que eles usam cenas de filmes antigos como Casablanca e Michael interage nas cenas), "Beat It" (com um show de guitarra) e "Human Nature" (onde que MJ canta à capela com uma voz que simplesmente deixa toda a equipe extasiada e sem acreditar no que estão vendo). Outra parte alta do filme é "Thriller" que seria apresentada em 3D. Se as imagens e as coreografias dos ensaios já foram contagiantes (juro que me deu vontade de sair dançando pelo cinema!!!) imaginem no palco?

Tudo isso dirigido com toda atenção e cuidado por Kenny Ortega, que dedica o filme ao fãs, como um presente.

Sem dúvida em presente mesmo e acho que todas as pessoas que um dia curtiram as músicas de MJ, devem assitir e se emocionar com esse filme! This is it!

By: Cíntia Sibucs

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

LABIB | Pinturas e Esculturas de Beth Abi



Hoje, às 20h, no Centro de Cultura Estação das Artes, em Barra Mansa/RJ, inaugura a exposição "LABIB - pinturas e esculturas de Beth Abi" com curadoria do meu querido professor Ronaldo Auad e presença da Camerata – concertos didáticos.


Esta exposição configura-se em mais um capítulo da história escrita a partir do fascinante repertório imagético, das experiências, sentimentos e a cultura da talentosíssima artista Beth Abi. Nesta mostra percebe-se a forte gestualidade que se inscreve nas “frases” construídas por ela. Nas esculturas é possível perceber a presença de signos que nos remetem rapidamente, porém com imensa suavidade a outros momentos.  Estranhos ou não. É um desvelar de tempo, espaço, sentimento... pessoas. Estranhamento, solidão, força e coragem, constroem o universo de Beth Abi recheado por histórias e experiências de mulheres que tomam em suas mãos as rédeas da vida e transformam as adversidades em sabedoria.




Tenho uma busca híbrida no ontem e no hoje, no velho e no novo, calcada na afetividade, na dúvida, na saudade e no amor.
Labib era o nome de minha avó materna de quem sou a neta mais velha, e sempre desfrutei do privilégio de ter sido a primeira. Ela se encarregou de passar-me as histórias de família, segredos e conselhos, despertando em mim um imaginário lúdico e pictórico.
Na cidade de Bananal, no interior de São Paulo onde ela tinha loja, fez-me conhecer e encantou-me com a magia das texturas e cores em diferentes tecidos.
Era uma mulher comum, que tinha dentro de si outras mulheres determinadas como as Marias, Luzias e Rosas da vida, que lutam para ver a casa e os filhos em rotinas que lhes proporcionam prosperidade e saúde.
A simplicidade no olhar, no gesto e no requinte sedutor dos cheiros e gostos das comidas, mesas impecavelmente arrumadas, com toalhas de crochês ou em bordados, que sempre me fascinaram, caracterizam o universo de Labib.
Ela tinha a aceitação nas horas das perdas impostas pela vida, sem perder o centro, a maturidade, a sabedoria (labib), a delicadeza, a generosidade, ligadas a um passado em terras orientais e um presente em terras paulistas, como goiabada com queijo.
Os estranhamentos culturais tinham fragrâncias de hortas, flores e frutos. A solidão transformava-se em histórias frágeis que acalentavam a alma e davam força para continuarmos. No ciclo da vida renovamos com experiências ou observações do velho, repetimos os gestos, construímos e desconstruímos em bases passadas para recriarmos uma nova estrutura com firmeza e confiança.
Labibs são todas as mulheres sábias, silenciosas e corajosas que desbravam o desconhecido sem perder o tom, a força, unindo a família e confiando que tudo vai dar certo, os desejos e as escolhas, ora veladas, ora explicitas em um novo destino.
Viva a mulher que consegue sonhar e transformar nas adversidades.

Beth Abi 

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

É um barato o cassino do Chacrinha!



Eu me lembro bem das tardes em frente à TV assistindo ao programa do Velho Guerreiro que eu adorava. E o que mais me vem à mente são os artistas que eu gostava na época como Titãs, Blitz, Kid Abelha, Barão Vermelho com Cazuza e toda  aquela turminha do rock da década de 80. Fora os românticos, né? Alcione, Wando, Byafra e por aí vai.

E as Chacretes? Gente, eu adorava ficar dançando e imitando aquelas mulheres que eram objeto de desejo da maioria dos marmanjos da época. Lindas! Elas foram verdadeiras escolas para as dançarinas do Faustão e Bananinhas da vida de hoje.

O legal desse documentário é que ele consegue reproduzir o universo daquele humor cruel que vigorava dentro dos programas do Chacrinha. Os fãs vão poder conferir trechos em que o apresentador questionava a opção sexual de um candidato e buzinando sem dó diversos desafinados na parte dos "Calouros".

E as frases impagáveis? Nunca me esqueço: "Eu vim aqui para confundir e não para explicar!" ou "Quem quer o bacalhau da Fafá de Belém?" e a mais famosa de todas "Terezinha? U-uuu!" (que dá nome ao filme).

O filme não é apenas sobre Chacrinha, mas também sobre os personagens de seus programas - que foram exibidos em várias emissoras, entre o final dos anos 1950 e meados dos anos 1980.

Enfim, o documentário "Alô, alô, Terezinha" examina e revive um dos maiores fenômenos da televisão brasileira , o grande apresentador Abelardo Barbosa (1917-1988), o nosso querido e inesquecível Chacrinha.


Baseado em: Cine Web, por Neusa Barbosa.

domingo, 1 de novembro de 2009

Acervo de Hélio Oiticica

Parte do acervo do artista Hélio Oiticica, reconhecido internacionalmente, foi danificada por um incêndio, mas técnicos garantem que vai ser possível savar a maioria das obras. Que bom! Nós, amantes das artes, agradecemos!




Fonte: Jornal Hoje, edição de 30.10