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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Expo | Como pigmentar com elementos naturais – de Antonio Geraldo



A Prefeitura de Barra Mansa, através da Fundação de Cultura, convida para a abertura da Exposição Como pigmentar com elementos naturais – de Antonio Geraldo no Centro de Cultura Estação das Artes dia 10 de abril de 2015 sexta feira às 20h .

Serão apresentados desenhos, pinturas, objetos, vídeos e instalações. Variados suportes que recebem materialidades diversas vindas da natureza e criam espaços de beleza e reflexão. A força da natureza que se mostra ora vibrante, ora suave dependendo do olhar incansável do artista.

Vale a pena uma visita!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Arte em Itapetininga

Exposição de artes plásticas é atração em Itapetininga
Mostra começa nesta 3ª feira (4), às 20h; entrada é gratuita. Evento segue até 14 de novembro com participação de 29 artistas.
Em: 04/11/2014
Por: G1 Itapetininga e região



Uma exposição gratuita de artes plásticas será realizada a partir desta terça-feira (4), às 20h, em Itapetininga (SP). A 1ª Mostra Itapetininga de Arte reunirá obras de 29 artistas de várias partes do Brasil. O evento é desenvolvido na sede social do Clube Venâncio Ayres até 14 de novembro.

Entre os artistas de destaque incluídos na exposição estão Izabel Litieri, Cláudio Souza Pinto e Luiz Cavalli. Eles já participaram de várias mostras no Brasil e no exterior, Izabel, por exemplo, ainda participa neste mês de dois eventos na Itália: a 25ª Exposição de Arte Moderna e Contemporânea, em Padova; e a 1ª Triennale di Arte Sacra, no Palazzo Monte Frumentario, em Assisi.

O horário para visitação do evento de segunda a sábado, das 14h às 19h. O Clube Venâncio Ayres fica localizado na Rua Dr. Júlio Prestes, 752, Centro.




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1ª Mostra Itapetininga de Arte
Onde: Clube Venâncio Ayres - Rua Dr. Júlio Prestes, 752.
Quando: de 4 a 14 de novembro, de segunda a sábado, das 14h às 19h.
Quanto: Gratuita

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Expo | Ana Carolina

Super recomendo, uma nova artista começa a desabrochar no sul flumnense!
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Arte-ilustrações compõem mostra aberta a visitas em Barra Mansa, RJ
Exposição 'Ana Carolina' pode ser conferida no Sesc até fim de outubro. Ela reúne imagens de ícones pop e do surrealismo pop, diz organização.

Por: G1 Sul do Rio e Costa Verde
Em: 21/10/14


Arte-ilustrações figurativas — que representam a forma humana, os elementos da natureza ou objetos criados pelo homem — compõem a exposição "Ana Carolina", aberta para visitas no Sesc Barra Mansa, no sul do Rio de Janeiro. A mostra reúne imagens de ícones pop e do surrealismo pop, como a personagem Amélie Poulain, a protagonista excêntrica do longa francês "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain". Os trabalhos podem ser conferidos de graça até o fim do mês.
Confira mais algumas obras!








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Ana Carolina
Quando: até 31 de outubro; visitação de terça-feira a sábado, das 9h às 21h, e aos domingos e feriados, das 9h às 17h
Quanto: entrada gratuita
Onde: Sesc Barra Mansa - Av.Tenente José Eduardo, nº 560, no Ano Bom.


quinta-feira, 10 de julho de 2014

Expo | Desenhar




A Prefeitura de Barra Mansa, através da Fundação de Cultura, convida para a abertura da Exposição DESENHAR de Flavia Veloso, dia 11 de julho sexta feira às 20h .

Serão apresentados 40 desenhos em pequeno formato e 20 tamanho 3x4, 10 fotografias e o caderno lugar da artista.

Flavia Veloso vive intensamente o desenho.Com grande habilidade cria fragmentos de algo percebido com delicadeza e conhecimento. Sua atmosfera de silencio comove e exige do observador um tempo dedicado a olhar, ver, sentir, pois ela toca, perturba e faz pensar.





quinta-feira, 19 de junho de 2014

Atrevida | Mostra com 300 obras no Rio

Lançar um olhar sobre a história da arte é sempre algo desafiador e novo. Proposta muito interessante, vale a pena conferir!
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Com 110 artistas, mostra no Rio propõe novo olhar sobre história da arte
Exposição ‘artevida’, com curadoria de Rodrigo Moura e Adriano Pedrosa, ocupará quatro espaços na cidade
Por: Audrey Furlaneto para O Globo/Cultura
Em: 17/06/2014


Detalhe da obra “Seven Twists” (1979), da húngara Dóra Maurer - Divulgação

RIO - Ao espalhar 300 obras de arte pelo Rio, os curadores Rodrigo Moura e Adriano Pedrosa têm um projeto ambicioso: “inverter a angulação” da história da arte — leia-se: partir de matrizes brasileiras, e não europeias ou norte-americanas, para buscar conexões com a arte produzida globalmente. O que os dois querem é observar artistas e suas criações a partir de filtros próprios, “fora do eixo”, algo que, dizem eles, ainda não foi feito no país.

Assim, a partir de 27 de junho na Casa França-Brasil, no Parque Lage e na Biblioteca Parque Estadual e de 19 de julho no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, a exposição “artevida” reunirá, até 21 de setembro, 110 artistas — entre brasileiros e nomes sobretudo do Leste Europeu, do Sudeste Asiático, da Índia, da África e do Oriente Médio — não para estabelecer uma tese, mas para propor um exercício: e se observarmos a história da arte a partir do Brasil?

Isto porque, explica Pedrosa, “as narrativas hegemônicas vêm se apropriando das narrativas periféricas”. As vanguardas brasileiras, por exemplo, despertam cada vez mais interesse, mas são lidas a partir de referências eurocêntricas, do construtivismo ou do minimalismo.

Nas grandes exposições internacionais dos últimos 15 anos, segue o curador, houve montagens como “Global minimalism”, “Global pop” ou “Global conceptualism”, mostras organizadas nos Estados Unidos e na Europa para observar o minimalismo, as artes pop ou conceitual.

— Essas são as rubricas deles (dos europeus e dos norte-americanos). Eles não vão fazer “Global dictatorship” (referindo-se à ditadura), “Global violence” (tratando da violência) ou “Global censorship” (sobre a censura). Isso nós é que temos de fazer. Então, nossa política é muito no sentido de olhar para essas relações: a relação da ditadura, da opressão, da censura e da margem. O que temos em comum com o Sudeste Asiático, com a Índia, com o Leste Europeu? (A resposta) Passa muito por esses temas de eleições, censura, violência, racismo, feminismo — afirma Pedrosa.

O curador foi convidado para o projeto pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio, em 2011, quando assinava a 12ª Bienal de Istambul. À época, a secretaria lhe informou sobre a intenção de fazer uma grande exposição no Rio envolvendo equipamentos do Estado. Após aceitar a proposta, Pedrosa convidou Rodrigo Moura, diretor de programas artísticos e culturais do Instituto Inhotim, em Minas, para dividir com ele a tarefa. Ambos têm o perfil de circular “fora do eixo” e pesquisar artistas na África, no Leste Europeu ou no Oriente Médio, a fim de sair dos nomes óbvios. Outros pesquisadores de arte, afirma a dupla, pouco conhecem ou mesmo desconhecem os nomes convidados para “artevida”. Há artistas do Líbano, do Paquistão, da Turquia, da Hungria, do Japão, da Argentina, do Peru, da Alemanha, entre outros países.

— É claro que tem (artista) americano e europeu ocidental, mas a exposição tem foco em América Latina, em mundo árabe, Ásia, um pouco de África e também em artistas mulheres. Existe esse foco deliberadamente. Como estamos tentando propor outras hipóteses, outras narrativas, também estamos evitando os grandes nomes mais canônicos — explica Pedrosa.

Rodrigo Moura explica que a mostra não ignora o minimalismo ou o abstracionismo geométrico, por exemplo. Mas, se esses movimentos são tradicionalmente vistos como “supressão da vida, assepsia e limpeza”, nas palavras de Moura, serão tratados na exposição a partir da ideia de vida, por meio de elementos como “tecido, trama ou linhas orgânicas”. A ideia é explorar as vanguardas brasileiras dos anos 1960, 1970 e 1980 — que se desenvolviam com ênfase no Rio, com Lygia Clark e Hélio Oiticica — e conectá-las a outras produções do Hemisfério Sul.

Assim, o trabalho que a alemã Annegret Soltau fazia nos anos 1970, cobrindo o próprio rosto com um emaranhado de linhas, relaciona-se com obras que a italiana radicada em São Paulo Anna Maria Mailiono criava, com barbantes, no mesmo período. Ambas as artistas terão obras na Casa França-Brasil, onde fica o segmento denominado pelos curadores como “artevida (corpo)”. Estarão lá também experiências com a articulação dos planos, feita por Lygia Clark com os “Bichos”, e por artistas como Mathias Goeritz (1915-1990), alemão que viveu no México e criou esculturas com dobradiças, bem como Clark.

Nessa linha curatorial, há trabalhos de artistas brasileiros notórios por abordar a política em suas produções (nomes como Cildo Meireles, Carlos Zílio e Artur Barrio, entre outros). As obras deles se relacionam com outras como, por exemplo, “Painting for poster — 1977 First of May (In that bloody celebration 36 people lost their lives with gun fire from the police)”, da artista turca Gülsün Karamustafa, que costuma tratar de imigração, exílio e deslocamentos.

Para Pedrosa, a possibilidade de reunir tal produção cabe ao Brasil, “país com sistema de arte com maiores recursos e mais desenvolvido dessa região (fora do eixo da Europa e dos Estados Unidos)”.

— Não existe uma cena de arte com instituições e recursos tão desenvolvidos como a nossa no mundo Sul global. Não há (tal cena) na África do Sul, na Índia, em outro país da América Latina. Esse é um papel que tínhamos que assumir, porque nós temos os recursos e as instituições — diz o curador. — É preciso ter o desejo, e não apenas ficar fazendo exposições dos grandes mestres modernos europeus, como com frequência a gente vê. Isso é importante também, mas é importante fazer pensar que nós temos conexões com a África, com o Oriente Médio, e que ninguém nem sabe.

MAIS DOIS SEGMENTOS

Na Biblioteca Parque Estadual, na Avenida Presidente Vargas, a mostra se desdobra em “artevida (arquivo)” e tem cocuradoria de Cristiana Tejo. Lá, será exposta parte dos arquivos de Paulo Bruscky (com abertura em 27 de junho) e de Graciela Carnevale (a partir de 19 de julho), membro do Grupo de Arte de Vanguardia de Rosário, na Argentina.

De Bruscky, artista que vive em Recife — onde guarda cerca de 70 mil documentos, entre livros de artista, arte postal, revistas, convites de mostras etc. — virá ao Rio uma seleção de 400 itens, a serem expostos em vitrines temáticas distribuídas pela Biblioteca Parque Estadual.

A Escola de Artes Visuais do Parque Lage, por fim, receberá a única obra criada especialmente para a exposição — o artista do Benim Georges Adéagbo, que já participou da Bienal de São Paulo (em 1998), prepara uma obra para as Cavalariças do Parque Lage (a abertura será em 19 de julho).

Também estarão no parque obras da japonesa Tsuruko Yamazaki, do grupo Gutai, e da brasileira Martha Araújo (estas duas com inauguração em 27 de junho).

Os gastos do orçamento da exposição (de ao todo R$ 4 milhões), conta Pedrosa, foram concentrados no transporte das obras — na maioria dos casos, os trabalhos foram negociados diretamente pelos curadores com seus autores e vêm de 23 países rumo ao Brasil.

— A ideia é justamente ampliar o repertório das pessoas. Trabalhamos com perspectiva de outras latitudes e, forçosamente, vamos trazer artistas menos conhecidos. Essa é a graça — diz Rodrigo Moura.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Expo | A Cor que Desenha



O Centro de Cultura Estação das Artes juntamente com a Prefeitura de Barra Mansa, através da Fundação de Cultura, convidam para a abertura da Exposição A cor que desenha de Luciana Neves de Souza, dia 06 de junho sexta feira às 20h .

A exposição é composta por 45 desenhos produzidos com lápis de cor e giz pastel sobre cartão. Luciana apresenta para a cidade onde nasceu, vive e trabalha, o resultado da mistura de cores que criaram formas, texturas, relevos... desenho.

Criando paisagens, lugares, atmosferas, ela segue fazendo o que mais gosta. Sem se prender a técnicas ou modelos ela coloca no papel a simplicidade e a luz que percebe no mundo, nas pessoas, nos seus sonhos e no universo.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Lego e arte

Defendendo a ideia de que “Com Lego toda criança é um artista”, o diretor de arte Marco Sodano da agência Geometry de Hong Kong, criou uma série de anúncios onde os maiores quadros da pintura mundial são recriados com as peças de plástico mais famosas do mundo. Entre eles, Leonardo da Vinci e Vincent Van Gogh.

Via: Follow the Colours

Vincent Van Gogh - "Autorretrato"


 René Magritte - "O Filho do Homem"


Johannes Vermeer - "Moça com Brinco de Pérola"


 Leonardo Da Vinci - "Monalisa"


 Grant Wood - "American Gothic"

terça-feira, 27 de maio de 2014

Expo | Richard Serra na Gávea

Imagem: "Drawings after Circuit", 1972

 A exposição "Richard Serra: desenhos na casa da Gávea" fica em cartaz no IMS-RJ de 30 de maio a 28 de setembro.

Composta por 96 obras selecionadas pelo próprio artista, a mostra foi especialmente concebida para o centro cultural do IMS no Rio de Janeiro, a antiga residência do embaixador Walther Moreira Salles (1912-2001), patrono e criador da instituição.

Para instalar seus desenhos no local, o artista solicitou a remoção de algumas paredes falsas, construídas sobre as paredes de vidro do projeto original para que o espaço abrigasse exposições. Os desenhos foram escolhidos a partir da escala da casa, “um espaço doméstico”, segundo Serra.

Mais informações aqui


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Richard Serra - Desenhos na casa da Gávea
Quando: de 30/05 a 28/09, terça a domingo das 11h às 20h.
Quanto: entrada franca
Onde: Instituto Moreira Salles | rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea, Rio de Janeiro - RJ

segunda-feira, 19 de maio de 2014

RIO:OIR | Cildo Meireles

Ouvir o Rio: Uma Escultura Sonora de Cildo Meireles tem exibição gratuita no Espaço Itaú

Em 1976, Cildo Meireles teve uma idéia para um projeto e a escreveu em um de seus cadernos. Décadas depois, o artista plástico resolveu resgatar essa idéia e colocar em prática o "Rio Oir", um disco de vinil onde em um lado estariam gravados os sons de rios e do outro os sons de risos de amigos. Inspirado no palíndromo entre "rio", a palavra espanhola para "ouvir" e o verbo "rir", o projeto sonoro começou a criar sua estrutura.

A cineasta Marcela Lordy acompanhou o artista plástico Cildo Meireles enquanto ele captava o som das principais bacias hidrográficas do país para a sua exposição RIO OIR.

Eles viajaram de Foz do Iguaçu a Foz do Rio São Francisco, passando pela Pororoca do Macapá e pelo Parque das Águas Emendadas, no Distrito Federal. Depois disso, o material foi levado à um estúdio para ser combinado à cacofonia das gargalhadas humanas.
Cildo tenta mostrar como a relação do homem com a água amplia nossas percepções, criando uma espécie de "escultura sonora". Além disso, o artista naturalmente chama atenção para temas ecológicos e a importância de preservar este elemento fundamental para a vida humana.



O processo de criação da obra RIOOIR exposta na "Mostra Ocupação Cildo Meireles" no Itaú Cultural. O filme revela a simplicidade do artista, a relação dos habitantes dessas regiões com a água e potencializa nossa percepção entre o som e a imagem.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Restaurar é viver

Esta obra que o americano Richard Serra, um dos mais importantes artistas do século XX, fez no Centro de Arte Hélio Oiticica, em 1997, está sendo restaurada pelo carioca Ronald Duarte.


Ele trabalhou com Serra na exposição “Rio Rounds”, quando o artista fez várias intervenções ali. Esta é a única obra permanente de Serra, que também ganhará exposição no Instituto Moreira Salles, no Brasil.
Richard Serra é um escultor norte-americano. Para alguns críticos é considerado como um dos artistas mais importantes do pós-guerra.

Via: O Glogo / Blogs

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Expo | O Quintal é o Mundo


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Arte nas areias

Aqui nas nossas praias brasileiras é muito comum encontrar artistas que criam incríveis esculturas feitas de areia, mas o norte-americano Andres Amador resolveu inovar e decidiu fazer desenhos ao invés de esculturas. Utilizando apenas ferramentas de jardinagem e fazendo um estudo das marés da praia em que ele vai fazer sua arte, ele cria verdadeiras obras de arte que chegam a até 500 metros.
São verdadeira land-arts!










terça-feira, 29 de outubro de 2013

Banksy!

Novo grafite de Banksy em NY tem participação de Osgemeos
Artistas de rua paulistanos participam de mostra do inglês
Em: 18/10/13
Por: O Globo / Cultura


Em mais um passo de sua mostra "Better out than in", que durante 30 dias vai espalhar 30 novas obras pelas ruas de Nova York, Banksy escolheu dar um toque brasileiro aos seus grafites. A dupla paulistana Osgemeos assina junto com o artista inglês dois painéis encontrado esta sexta na região do Chelsea. As obras combinam os estênceis em preto e branco de Banksy com o traço cartunesco e colorido d'Osgemeos.
A mostra "Better out than in" é uma exposição de um mês, em que o artista tem pintado uma obra por dia em diferentes pontos da cidade.



segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Cazuza inspira exposição


Em homenagem ao poeta e músico Cazuza, o Museu da Língua Portuguesa (Praça da Luz, s/nº, Centro, São Paulo) inaugura amanhã, dia 22 de outubro, a exposição “Cazuza mostra sua cara”, com curadoria do arquiteto e cenógrafo Gringo Cardia.

Montada no primeiro andar do Museu, a mostra vai até o dia 23 de fevereiro de 2014, e apresenta Cazuza como um dos expoentes da canção popular, que soube unir a tradição escrita à oral, fazendo a poesia circular livremente do livro para a música.

Dividida em salas, a exposição traduz a inquietação do artista e apresenta sua obra musical e poética de maneira lúdica e expressiva, de modo a agradar o público de todas as idades.

No dia da abertura da exposição o acesso ao Museu é gratuito e a visitação poderá ser feita até 22h.


Por: PublishNews

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Tem brasileiro expondo em Paris

Vejam que exuberante essa escultura do artista brasileiro Henrique de Oliveira que está exposta no museu Palais de Tokyio, em Paris.

Sua imensa escultura em madeira – Baitogogo – brinca com a arquitetura do museu.

Henrique Oliveira tem tudo para tornar-se a grande presença brasileira no exterior no momento. Ele trabalha com madeira compensada (recicla o que já foi usado) e cria esse efeito de troncos reais de árvores.


Impressionante, não?





Acesse o site do artista e conheça também suas pinturas, desenhos e outros trabalhos.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Wallpeople: Apropriação de muros com muitas Cores

Em: 01/07/2013
Por: Follow the Colours

 
Adoramos conhecer o Wallpeople! O projeto de arte colaborativo com base em Barcelona, convida as pessoas a criarem e fazerem parte de um momento único e especial no espaço urbano. A ideia propõe a apropriação de um muro por pessoas anônimas, artistas ou não, convertendo-o numa espécie de galeria coletiva ao ar livre. Uma das razões da existência do Wallpeople é voltar a arte às ruas e reivindicar o espaço público como um meio de expressão e interação.

Em 1° de Junho, fizeram o 1° evento global em mais de 40 cidades ao redor do mundo. Milhares de pessoas participaram, criando trabalhos nos muros sob a temática música. No Brasil, em São Paulo (em parceria com Olhe os Muros) e no Rio de Janeiro, o projeto foi um sucesso. Ilustração, fotografia, pintura, colagem, intervenção, desenho, quadrinhos, crochet, post it, orgami, capas de cds, cartões postais etc encheram as cidades de cor! Legal, não?



Conversamos um pouco mais com o criador da ideia, Pablo Quijano:

FTC: Pablo, você vê algo em comum em todos os muros, mesmo em países diferentes?
PABLO: O fator mais comum em todos os murais é que as pessoas fazem questão de mostrar sua arte e divulgar o que fazem, para transformar uma parede vazia em uma galeria ao ar livre.

FTC: Como você acha que as cores influenciam o projeto?
PABLO: As cores são a melhor influência no projeto, a mistura caótica e brilhante contribui para que cada pessoa faça de suas obra, peça única. A mistura de cores e materiais faz com que cada mural tenha uma personalidade distinta e única de cada cidade.








Vamos ficar de olho para participar do próximo?
Acesse:

Site: wallpeople.org
Facebook: WallpeopleOfficialPage


terça-feira, 25 de junho de 2013

Gaudí e seus 161 anos de história


Se Antoni Gaudí, arquiteto catalão, estivesse vivo completaria hoje 161 anos! Gaudí é um dos símbolos da cidade de Barcelona, local onde se educou e passou grande parte da vida. Aparece como um arquiteto de novas concepções plásticas ligado ao modernismo catalão.

Grande parte da obra de Gaudí é marcada pelas suas grandes paixões na vida: arquitetura, natureza e religião. Gaudí prestava atenção aos mais ínfimos detalhes de cada uma das suas obras, incorporando nelas uma série de ofícios que dominava: cerâmica, vitral, ferro forjado e marcenaria. Introduziu novas técnicas no tratamento de materiais, como o trencadís, que consiste em usar peças cerâmicas quebradas para compor superfícies.

Depois de vários anos sob influência do neogótico e de técnicas orientais, Gaudí tornou-se parte do movimento modernista catalão, que atingiu o seu apogeu durante o final do século XIX e início do século XX. O conjunto da sua obra transcende o próprio movimento, culminando num estilo orgânico único inspirado na natureza. Gaudi raramente desenhava projetos detalhados, preferindo a criação de maquetes e moldar os detalhes à medida que os concebia.

A obra de Gaudi é amplamente reconhecida internacionalmente e objeto de inúmeros estudos, sendo apreciada não só por arquitetos como pelo público em geral. A sua obra-prima, a inacabada Sagrada Família (foto abaixo), é um dos monumentos mais visitados de Espanha. Entre 1984 e 2005, sete das suas obras foram classificadas Património Mundial pela UNESCO. A devoção católica de Gaudi intensificou-se ao longo da sua vida e a sua obra é rica em imaginária religiosa, o que levou a que fosse proposta a sua beatificação.


Seus primeiros trabalhos possuem claras influências da arquitetura gótica (refletindo o revivalismo do século XIX) e da arquitetura catalã tradicional. Nos primeiros anos de sua carreira, Gaudí foi fortemente influenciado pelo arquiteto francês Eugene Viollet-le-Duc, responsável em seu país por promover o retorno às formas góticas da arquitetura. Com o tempo, passou a adotar uma linguagem escultórica bastante pessoal, projetando edifícios com formas fantásticas e estruturas complexas. Algumas de suas obras-primas, mais notavelmente o Templo Expiatório da Sagrada Família, possuem um poder quase alucinatório.



Gaudí trabalhou essencialmente em Barcelona, a sua terra natal, onde estudou arquitetura. Originário de uma família não muito abastada, Gaudí tendeu para a procura do luxo durante a juventude; no entanto na idade adulta e no final da vida, essa sua tendência diluiu-se por completo.

Morreu aos 72 anos, vítima de atropelamento. Encontra-se sepultado no Templo Expiatório da Sagrada Família, Barcelona, na Espanha.

Exemplo de Trocadís, a arte de combinar pedaços cerâmicos partidos.


Parque Guell, em Barcelona.


O Doodle de hoje homenageia esse grande artista:



Fonte: Wikipédia
Fotos: Wikipédia e Google

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