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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Banksy!

Novo grafite de Banksy em NY tem participação de Osgemeos
Artistas de rua paulistanos participam de mostra do inglês
Em: 18/10/13
Por: O Globo / Cultura


Em mais um passo de sua mostra "Better out than in", que durante 30 dias vai espalhar 30 novas obras pelas ruas de Nova York, Banksy escolheu dar um toque brasileiro aos seus grafites. A dupla paulistana Osgemeos assina junto com o artista inglês dois painéis encontrado esta sexta na região do Chelsea. As obras combinam os estênceis em preto e branco de Banksy com o traço cartunesco e colorido d'Osgemeos.
A mostra "Better out than in" é uma exposição de um mês, em que o artista tem pintado uma obra por dia em diferentes pontos da cidade.



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Wallpeople: Apropriação de muros com muitas Cores

Em: 01/07/2013
Por: Follow the Colours

 
Adoramos conhecer o Wallpeople! O projeto de arte colaborativo com base em Barcelona, convida as pessoas a criarem e fazerem parte de um momento único e especial no espaço urbano. A ideia propõe a apropriação de um muro por pessoas anônimas, artistas ou não, convertendo-o numa espécie de galeria coletiva ao ar livre. Uma das razões da existência do Wallpeople é voltar a arte às ruas e reivindicar o espaço público como um meio de expressão e interação.

Em 1° de Junho, fizeram o 1° evento global em mais de 40 cidades ao redor do mundo. Milhares de pessoas participaram, criando trabalhos nos muros sob a temática música. No Brasil, em São Paulo (em parceria com Olhe os Muros) e no Rio de Janeiro, o projeto foi um sucesso. Ilustração, fotografia, pintura, colagem, intervenção, desenho, quadrinhos, crochet, post it, orgami, capas de cds, cartões postais etc encheram as cidades de cor! Legal, não?



Conversamos um pouco mais com o criador da ideia, Pablo Quijano:

FTC: Pablo, você vê algo em comum em todos os muros, mesmo em países diferentes?
PABLO: O fator mais comum em todos os murais é que as pessoas fazem questão de mostrar sua arte e divulgar o que fazem, para transformar uma parede vazia em uma galeria ao ar livre.

FTC: Como você acha que as cores influenciam o projeto?
PABLO: As cores são a melhor influência no projeto, a mistura caótica e brilhante contribui para que cada pessoa faça de suas obra, peça única. A mistura de cores e materiais faz com que cada mural tenha uma personalidade distinta e única de cada cidade.








Vamos ficar de olho para participar do próximo?
Acesse:

Site: wallpeople.org
Facebook: WallpeopleOfficialPage


terça-feira, 12 de março de 2013

A tal "zona de conforto"

Pra refletir! Bom dia!


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ah, Dona Cecília!

Um infeliz acontecimento acabou se transformando num viral de internet com fanpage no Facebook e tudo o mais.


Tudo começou quando uma senhora da cidade espanhola de Borjas, decidiu "restaurar" por conta própria o afresco "Ecce Homo” e errou a mão. O afresco é do século XIX, do artista Elías Garcia Martinez, e está num dos muros da igreja do Santuário de Misericórdia de Borja, um patrimônio da cidade que é próxima a Zaragoza.
O dano ao afresco foi descoberto depois que a neta de Martínez fez uma doação ao Centro de Estudos Borjanos, instituição que mantém um arquivo de obras de arte religiosas locais, há duas semanas. Ao receber o dinheiro, o centro enviou funcionários ao Santuário de Misericórdia para dar uma olhadinha na pintura, que, então se descobriu, está totalmente alterada, de acordo com matéria do jornal britânico The Independent.
O Cristo de Borja serviu de inspiração para internautas, que soltaram a imaginação nas versões para a pintura do século XIX. A técnica de restauração de dona Cecília fez escola e tem várias fanpages no facebook com mais de mil "curtidas", e usuários dizem que ela é uma artista incompreendida.





Fonte: O Globo + Veja + Facebook

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Saravá!


Se a urucubaca te pegou e você tá com problemas para expor seu trabalho...
Deixa que Mãe Duchampa resolve! Saravá! Rsrsrsr!!!!




Via: Café Ilustrado (on Facebook)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rock in Rio

Essa edição do festival mais comentado de todos os tempos está dando o que falar. Desde a venda relâmpago de ingressos até a escala das atrações para os dias de rock. Rock? Bem... essa é a questão mais discutida.
Sou roqueira, não suporto axé, pagode, muito menos sertanejo. Meu pai e meus tios tinham uma banda na época da Jovem Guarda e cresci ouvindo esse som e tb com Beatles, Raul Seixas, Pink Floyd por aí vai. É uma evolução natural não querer axé no meu player, não é? Não fui acostumada com esse tipo de música. E meus primos tb seguem o mesmo caminho.
Nesse final de semana, nos reunimos para um almoço de domingo e começamos a comentar como seria o show do Metallica (que eu AMO e foi mesmo sen-sa-cio-nal) e as demais atrações do dia mais metal do festival. Aí, um dos meus primos, o mais afetado musicalmente posso dizer assim, começou a me metralhar perguntando se eu tinha conseguido assistir "a palhaçada do pop in rio". Bem, eu respirei fundo e disse que um festival desse tamanho não conseguiria sobreviver com toda aquela estrutura se não fosse o pop. Infelizmente!
Eu não gosto da Rhyanna nem da Katy Perry, mas assisti aos shows e adorei. Elton John tb arrasou com um piano impecável. Nisso, meu primo riu e insistiu que isso não é Rock in Rio! E eu emendei: "amore, se fossem apenas atrações de rock e heavy metal em todos os 7 dias, o público não seria nem de 50mil por dia! O primeiro dia trouxe 100 mil pessoas, vc tem noção desse número?! Vc tem noção da grana que rola pra isso acontecer?"
Realmente se não fosse o pop que muita gente (inclusive eu!!) torce o nariz, um evento desse porte e que cresce mais a cada edição não se realizaria.
Ontem o Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas, lançou em seu blog um texto falando a mesma coisa que eu tentava explicar para o meu primo, de uma forma bastante coerente e plausível.
Divido com vcs agora!
Bjs
Cintia

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Rock in Rio - eu vou criticar


Para começar , não faço media com ninguém. Nunca precisei fazer e se tivesse feito, talvez não enfrentasse tantos obstáculos para manter o que consegui na raça. Então, me dê licença que também quero falar.

Desde que começaram os primeiros boatos de que o Rock in Rio voltaria para o Brasil, antes mesmo de sonhar em tocar no evento, já comemorei! Estive em duas edições do Festival e tive o privilégio de assistir a shows memoráveis.

Quem mora no Rio de janeiro e gosta de Rock, sabe o quanto é complicado ter acesso a boas apresentações de artistas internacionais na cidade. O Rio, há tempos, saiu do circuito principal do segmento, tornando-se uma cidade que se dedica a exaltar em geral, apenas o que está em evidência.

Quem conhece a história do Rock in Rio, sabe que esta celebração nunca foi EXCLUSIVAMENTE dedicada ao Rock'n'Roll.  Em 1985, variados artistas participaram, desde Morais Moreira e Pepeu Gomes até Ivan Lins e James Taylor.

Em 91 mais uma vez, uma penca de artistas POP e de ritmos regionais tiveram o privilégio de desfrutar de grandes públicos no Maracanã. Aha, New Kids on The Block, George Michael, além dos Brasileiros Alceu Valença, Elba Ramalho, entre outros que não estão contextualizados no que se considera Rock n’Roll. O mesmo se repetiu na edição de 2001 e naturalmente no elenco do atual.

POR QUE?

Simples, minha gente.

Um festival desse tamanho no BRASIL, não é bancado apenas por atrações de Rock. Embora tenhamos muitos fãs fieis ao estilo, a grande maioria dos brasileiros não tem qualquer apego a utopia e a filosofia Rock que muitos de nós temos. Quem praticamente banca a vinda de artistas de rock consagrados no exterior com cachês milionários é o público que consome o Pop.

HEIN????????? Não entendi, Tico Santa Cruz.

O que quero dizer é que um festival da grandiosidade do Rock in Rio, não consegue reunir em 7 dias dedicados exclusivamente ao Rock, público suficiente para arcar com todos os custos do evento. Já viram a estrutura? Já pararam para pensar em quanto custa para levantar tudo aquilo, para trazer equipes, pagar os equipamentos, cachê dos artistas e tudo mais que esta relacionado a uma produção deste tamanho?

Estamos falando de investimentos milionários. Alguém vai entrar nessa para se arriscar a perder?

Há tempos que o Rock in Rio se tornou uma marca. É um dos mais importantes festivais do mundo e vai agregando valores a cada edição. Quem desdenha do fato de não haver só Roqueiros no Casting, ou é ingênuo ou é burro.

Se em países que tem o Rock como musica popular originalmente já não existe mais essa exclusividade, quem dirá no Brasil do Sertanejo Universitário, dos Axés, Pagodes e Sambas.  Estes sim, ritmos tradicionais do nosso território. Sendo assim, é preciso que se pense no Festival de forma equilibrada, tanto artisticamente como financeiramente.

Artisticamente, o Festival privilegiou como sempre fez, pelo menos 3 dias inteiros exclusivamente dedicados ao Rock. Tivemos Metallica, Motorhead, RHCP. Teremos ainda, Guns n’Roses, System of a Down entre outros nomes importantes. Se não conseguiram trazer ainda mais artistas que gostaríamos de assistir, foi por conta das agendas e das logísticas que bandas grandes detém. Nem sempre é Possível conciliar.

Quem banca praticamente estes 3 dias de Rock, é o público que gosta de POP. Pois são eles que acabam por esgotar rapidamente os primeiros ingressos, dos dias mais populares. Artista GRINGO nem aparece no Brasil se não estiver com o dinheiro em  sua conta bancária.

Particularmente, não achei ruim os shows que vi pela TV nos dias de Pop. Não conhecia praticamente nada e adorei a Katy Perry, por exemplo. Achei que mesmo deslocado, Elton John fez um baita show e sofreu apenas com a falta de educação dos mais jovens que estavam sedentos pela Rihanna. Então, entra a polêmica do AXÉ.

Por que Axé no Rock in Rio? E todo esse blá blá blá, com relação a apresentação de Cláudia Leitte, que fez um desabafo no seu Blog e gerou ainda mais polêmica.

É simples, atualmente o que a MASSA escuta é Cláudia Leitte, Ivete Sangalo, Luan Santana, Restart, Nxzero, e grupos que tem orientações voltadas para o público mais adolescente e com abordagens mais simples e acessíveis. É o que o Brasil consome, é o que lota micaretas, lota casas de shows e leva CONSUMIDORES aos lugares.

Não assisti o show da Cláudia Leitte, não gosto de axé, mas conheço a Claudia de Bastidores, assim como conheço a Ivete, e outros artistas de segmentos dos quais não suporto a música, mas isso não me faz crer que pelo FATOR COMERCIAL, eles não sejam importantes para os organizadores. São as estrelas do MOMENTO e um festival se baseia também, pelo que está em ALTA ATUALMENTE. Tanto é, que o público não só não vaiou a Claudia Leitte, como ainda pulou na corda do Caranguejo e bebeu a água Mineral do Carlinhos Brown que foi enxotado pelo público Brasileiro em 2001 e é um artista respeitadíssimo no exterior.

Também acho que o AXÉ, já tem espaço suficiente e não precisava estar no Rock in Rio, mas se está, podem acreditar que é exclusivamente por uma questão financeira e não pelo conceito. Se o público de massa gosta de axé, é o axé que eles vão querer assistir. O senso crítico musical da grande maioria é tão volúvel, que o objetivo maior é apenas se divertir e celebrar a oportunidade de participar de um evento que oferece centenas de outras atrações além da música.

Nós que gostamos de Rock é que vamos apenas pelo som. A maioria vai para entretenimento puro, beijar na boca, arrumar namorados e namoradas e sorrir, ficar bêbado e arrumar um monte de histórias legais para contar. Qual é o problema nisso?

Falo por mim mesmo, que é muito cômodo ficar pelas redes sociais malhando o evento e os artistas e brincar, como brinquei o tempo inteiro pelo twitter, do que buscar a história do Festival e o mecanismo que faz um gigante como esse conseguir andar.

Todos tem o direito da livre expressão, tanto os críticos, quanto os criticados, mas alimentar essa picuinha com esse discurso de que o Rock in Rio deveria se Chamar POP in Rio ou qualquer outra porcaria é desconhecer COMPLETAMENTE a história do FESTIVAL.

Jamais hei de comparar os artistas regionais de 85, com os da atualidades, pelo simples contexto GERAL, que envolve tal abordagem. O fato é que naquela época essas mesmas criticas foram feitas, e no fim lá estavam muitos que meteram o pau, se divertindo nas pistas do Evento.

Então, vamos ter um pouco mais de maturidade, se possível for, e incentivar que cada vez mais aconteçam eventos como esse. Porque é bom para todo mundo. É bom para a cidade que recebe, é bom para a economia, é bom para quem está trabalhando, para quem quer se divertir e para quem quer curtir os shows. Se o artista que está no palco não lhe agrada, você tem todo o direito de criticar e até de vaiar, mas tenha o bom senso de entender o porquê de certas escolhas. Numa hora dessas não é só o coração que determina quem estará em cima do palco. Existem muitas outras variáveis.

Dou graças a Deus do Rock in Rio ter voltado para cá. E no dia que fui, percebi que a produção esta IMPECÁVEL, digo isso por ser veterano dessa festa, tem 20 anos desde a primeira vez que tive a chance de pisar no solo do Festival.

Só fui no dia que me interessou, mesmo tendo passe livre para circular a vontade em qualquer outra data. E não estou aqui escrevendo isso só porque tive o PRIVILÉGIO de ser escalado para uma chance tão importante. Digo isso, porque gosto do Festival e porque torço para que outros aconteçam e possam tanto revelar novos artistas, como consagrar antigos e mais do que isso, proporcionar encontros inusitados propostos pelo Palco Sunset  e divertir aqueles que estão lá sem compromisso ideológico.

Fico constrangido quando vejo artistas e colegas falando mal do festival pelo simples exercício de falar mal, porque DUVIDO que recusariam o convite caso tivessem recebido.

Sem hipocrisia alguma, vivemos num mundo capitalistas e a virtude desse festival é exatamente conseguir equilibrar na medida do Possível, atrações meramente comerciais com atrações de conceito. Por trás das cortinas, existe muito mais do que apenas a grade de atrações que vocês recebem.

Bom festival para todos. Espero fazer um bom show e depois vou me esbaldar com System e Guns. Dia do Rock.

Abs
Tico Sta Cruz

terça-feira, 12 de abril de 2011

Desisti de desistir. Por enquanto.

Pô, esses dias eu tava puta com um monte de coisas. Chateada com os quatro ônibus que eu pego todos os dias para ir trabalhar, chateada com umas coisas que a gente fica sabendo - e que vc não teve nada a ver com aquilo, mas os outros acham que vc tem e querem te cobrar, chateada com esses homens que aparecem na minha vida só para atrapalhar. Preciso emagrecer uns 10kg, mas depois dos 30 é tudo diferente! O metabolismo muda, seu corpo muda e nada é tão fácil como antes que com uma simples dieta tudo se resolvia. Vou para a academia todos os dias, uma hora de ginástica aeróbica de alto impacto mais exercícios localizados com pesos. Faço isso religiosamente há uns dois meses. Mas ainda não aconteceu muitas mudanças no peso. Algumas medidas diminuíram, de fato. Mas eu preciso de mais, maaaais...
São várias coisinhas pequenas que vão acumulando no dia a dia e que chega uma hora que vc começa a se sentir meio derrotada. Parece que nada acontece. Dá uma vontade de largar tudo, ligar o botão do foda-se! Foda-se a minha saúde, foda-se a estética imposta pela sociedade, foda-se para todos esses imbecis que querem te comer e ir embora. Foda-se maior ainda para todas as pessoas que querem que vc se encaixe em um perfil pré-determinado e que só existe de fato na cabeça delas, mas a gente acaba se enquadrando de uma maneira tão justa que não consegue ficar fora desse perfil.
Eu tava muito chateada mesmo com esse monte de coisas na minha cabeça quando recebi uma mensagem linda que me deu um motivo maior para não desistir nem desanimar das coisas que eu acho que são boas para mim - e não para agradar a alguém, mas para ME agradar.
Por hora estou aliviada e mais centrada em mim e nas minhas escolhas.
Espero que isso dure muito.

Cíntia

Às vezes passamos por momentos que nós mesmos nem sabemos o porque passamos. Às vezes temos vontade de largar tudo. Às vezes estamos revoltados, magoados, alegres, tristes... Mas de repente, sentimos algo dentro de nós que faz pensarmos bem sobre os nossos atos.
Mas cuidado, nunca desista, siga em frente! Saiba escutar. Sabendo ouvir, aprendemos a ter mais amor pela vida e principalmente em DEUS.
Você pode ficar sua vida inteira sem Deus, mas não morra sem Ele. Você pode enganar um ser humano, mas jamais enganará a Deus, Ele é o mais justo dos advogados. Entregue seus problemas a Ele e creia.  Tenha fé e, sobretudo, se puder, de coração."

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Rodeio? Não, obrigada.



RODEIO NÃO! 

Por: Giovana Damaceno, jornalista.

“Esta semana minha cidade mais uma vez vai sediar um espetáculo odioso. Touros e cavalos serão empurrados à arena, submetidos às práticas das mais cruéis, para corcovearem enquanto são montados por peões corajosos, sob os aplausos de uma plateia insana. Isto se chama rodeio. Um show de atrocidades ainda chamado de esporte, que felizmente, porém aos poucos, vai sendo proibido por lei em diversas cidades brasileiras. Até nos Estados Unidos, seu país de origem, já há cidades que baniram os rodeios.

Aqui no Brasil, este tipo de divertimento dos peões começou por volta da década de 50, justamente durante o trabalho de doma de touros bravos. Nos anos 60 os peões já haviam se transformado em competidores e corriam as cidades atrás de prêmios em dinheiro. Hoje os espetáculos de rodeios rendem milhares de reais e de dólares em festas de boiadeiros realizadas pelo interior do país, com tradição pecuarista. E Volta Redonda, mesmo sendo uma cidade de origem operária, recebe anualmente uma companhia que expõe os animais ao sofrimento e à humilhação, em troca de muito dinheiro, não só da exploração na arena, mas também dos shows musicais contratados para animar o que não tem graça nenhuma.

Quem promove este circo de horrores, por conta de interesses financeiros, defende-se de várias formas, argumentando que os animais são bem tratados, porque são as verdadeiras estrelas do espetáculo. Porém, fotos e vídeos feitos em rodeios por este país afora nos provam o contrário. Bois e cavalos são submetidos a choques elétricos; introdução de objetos perfurantes no ânus; ferimentos no dorso feitos com agulhas, pregos e anzóis; terebentina, pimenta e outras substâncias abrasivas são introduzidas no corpo do animal antes que sejam colocados na arena, para que fiquem enfurecidos e saltem; e muitos deles ainda passam pela descorna, na qual o chifre é aparado com um serrote, sem anestésico. Diversos laudos oficiais atestam o sofrimento e os maus tratos infligidos aos touros em variadas práticas, destacando-se os emitidos pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e do Instituto de Criminalística do Rio de Janeiro.

Impossível virar as costas e ignorar a irresponsabilidade do poder público municipal em sediar, patrocinar, apoiar, promover este tipo de espetáculo na cidade. Não estamos mais na antiguidade quando homens e animais eram jogados nas arenas para morrerem sob a aprovação fanática da turba sedenta de sangue. Estamos no século 21. Não precisamos mais deste tipo de prática primitivista”.


Gostou? Divulgue essa causa!
Acesse o site: Eu Odeio Rodeio

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Cães

Quem tem cão de estimação sabe bem as traquinagens que eles são capazes de aprontar. Antes de relacionar tais comportamentos à birra, ciúme ou outro tipo de emoção humana, conheça um pouco mais sobre a mente deles na compilação feita a partir do livro “A Cabeça do Cachorro” (Editora: Best Seller), da pesquisadora Alexandra Horowitz, e aprenda mais sobre como lidar com seu animal. Aproveite também e deixe um comentário abaixo com as peraltices do seu cachorro!


O cachorro não é humano
Por mais que você saiba que são cão não é uma pessoa, talvez nunca tenha refletido sobre isso. Os cães percebem o mundo de forma diferente de nós. Eles podem aprender o que devem ou não fazer, mas nunca vão te desobedecer por “birra” ou qualquer outro sentimento humano. Eles são movidos por instintos, que não devem ser humanizados. O que ocorre, sim, é uma relação de dominação e submissão. É importante que o dono saiba manter seu cachorro submisso ou que procure ajuda profissional para isso.



 Cães sentem apenas dois tipos de emoções: alegria e tristeza
Sentimentos como culpa, birra, raiva envolveriam conexões cerebrais mais complexas do que a dos cães. Eles ficam felizes ou ficam tristes. Todas as outras emoções que achamos que eles sentem são humanizações indevidas do cão. Ele é muito mais fácil de decifrar do que isso.


Há dois tipos de relação possíveis com seu cão: dominação ou submissão
Se você não conseguir dominar seu cão, pode pedir ajuda profissional para adestrá-lo. Mas, acredite, é possível submeter qualquer cachorro à vontade do seu dono, até os mais traquinas.


Nós vemos o mundo, os cachorros cheiram
“Quando um cão se volta para nós, não é para nos ver com os olhos, mas para deixar seu seu nariz nos veja”. O focinho é uma poderosa arma que usam para caçar suas guloseimas preferidas. O olfato é o sentido mais apurado dos cachorros e é a forma como mais conseguem interagir conosco. A partir dos cheiros que emitimos, eles são capazes até de deduzir nossas emoções.


Cães se comunicam (e encontram seu jeito de atrair atenção)
Estudos comprovam que cães apontam para os locais onde sabem que há guloseimas escondidas ou tentam indicar ao dono um objeto que queiram muito morder. E eles aprendem as técnicas para chamar a atenção de seus donos. Se, por exemplo, abocanhar seu sapato preferido ou tirar seu cobertor e sair correndo faz com que você se movimente sua direção, pronto, ele sente que te ganhou, mesmo que por alguns minutos.


O cachorro é o animal que melhor observa os humanos
Eles estão antenados com o que estamos fazendo o tempo todo e sabem o que é ou não comum. Conseguem detectar para onde nossos olhos estão apontando e descobrir, por exemplo. Em pesquisas feitas por especialistas, os cães se saíram melhores até do que os macacos e chimpanzés para seguir instruções humanas.


Cães são lobos domesticados
Os ancestrais dos cachorros eram lobos que foram domesticados durante centenas de anos. Nesse período, sofreram mutações genéticas e hoje são animais mansos (na maioria das vezes), que convivem em harmonia com seus donos. Mas a herança genética dos lobos continua lá e pode ser percebida em uivos, latidos mais fortes, rosnadas ou até na caça de um passarinho desavisado.


Cães preferem humanos a outros cães
Em diversos estudos foi comprovado que os cães preferem a companhia e a liderança de seres humanos do que permanecer em bando com outros cães, como faziam seus ancestrais lobos. Está cientificamente provado: o cão é mesmo o melhor amigo do homem.


Fonte: IG / Delas / Comportamento
Texto: Natália Garcia
"Meu  cachorro é do barulho" - 06/01/2011

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

11º File em Sampa

Arte interativa digital na rua, uma vertente que está se tornando cada dia mais usada pelos artistas contemporâneos. Na época da velocidade da informação, onde as pessoas não tem tempo nem para si mesmas, ser barrado no meio da rotina por uma instalação de espelhos ou um video game que interage com vc, é algo bastante inusitado! E curioso.
Esse ano as obras foram parar até mesmo dentro de um ônibus. E arte cada vez mais perto do cotidiano das pessoas!
“Nossa proposta é fazer uma arte publica, fazer com que a arte venha para o cotidiano das pessoas, para que elas tenham acesso a essa arte eletrônica, digital. Na rua as pessoas podem participar de uma maneira efetiva”, explicou Ricardo Barreto, organizador do evento.
Vejam abaixo o video com a matéria  sobre a exposição. É a última semana, acaba agora dia 29 de agosto.

Bjs
Cintia
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"File - Festival Internacional de Arte e Tecnologia"

Onde: Centro Cultural Fiesp - Av. Paulista, 1.313, próximo à estação de metrô Trianon-Masp
Quando: De 27/07 a 29/08 - terça a sábado, de 10h às 20h; segunda, das 11h às 20h e domingo das 10h às 19h. 

Quanto: Entrada franca
Info:
(11) 3146.7405 / 3146.7406

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Simplicidade

Eu gosto da simplicidade! Isso tá ficando cada vez mais raro hj em dia, não é verdade??
Comentem!!!!!

Bjs
Cintia
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Na pequena cidade de Itabirito, no interior de Minas Gerais, a vida não precisa de velocidade. É lá que José Alves de Almeida e Roninho, pai e filho, tocam a Mercearia Paraopeba, um tradicional armazém, que há anos sobrevive ao seu próprio modo, cultivando uma freguesia cativa e pequenos fornecedores rurais. O filme "Um Armazém das Antigas" retrata como funciona esse pequeno negócio, e prova que a interação entre as pessoas vale - e muito - a pena.




Fonte: Glamourama

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

#Flip 2010



Oi Gente!

Passada rápida e mortal para dizer que estou indo me afundar em cultura e diversão em Paraty a partir de hoje e fico até domingo. Muita coisa boa me espera por lá e se vc quer conferir a programação completa, é só acessar o site oficial da Flip.

Certamente vcs já devem ter visto nos princiáis noticiários que a Flip deste ano está bombando e o homenageado é o escritor Gilberto Freire . Me despeço deixando aqui um poema dele pra vcs.

Quem quiser acompanhar minhas aventuras, é só acessar @sibucs e @gidamaceno no twitter.

Bjs,
Cintia


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Solidão por escolha

Hoje recebi um email, da minha amiga Giovana Damaceno, com um texto muito bom falando sobre a solidão feminina, que muita gente diz que é de tristeza, falta de companhia masculina, essas coisas tolas. Porque uma mulher que está sozinha não pode estar porque quer?
Resolvi escrever sobre isso porque estou passando por um momento assim. Estou sozinha (sem namorado) desde dezembro e estou bem desse jeito. Não me sinto abandonada, mal amada ou coisa parecida. A minha própria companhia tem sido muito agradável e passo ótimos momentos comigo. Claro, no início da separação foi muito ruim, fiquei mal, mas passou. Ainda tenho saudade, mas nada desesperador. Por conta de erros e passos errados acabamos nos perdendo um do outro e acabou. Uma pena, pois com esse eu certamente me casaria sem pestanejar... rs! Mas isso é assunto para outro post.
Voltando ao título dessa postagem, o amor só vem mesmo pra quem se ama em primeiro lugar. E pra quem ainda não sabe o que é isso, a solidão é uma ótima escola. É com ela que aprendemos a nos entender, a nos ouvir e a saber exatamente o que queremos. 
E vamos ao texto.

Bjs
Cintia
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Solidão contente
O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas
Por: Ivan Martins, editor-executivo de ÉPOCA.


Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.

Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.

Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.

Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.

“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.

Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.

Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.

Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.

A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.

A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.

Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?

A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.

Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.

Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.

Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.

Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.

Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

As Pontes de Madison

De vez em quando aparecem aqui em Volta Redonda umas boas peças de teatro. Não que isso nunca aconteça, acontece muito até, porém sempre vem essas peças de humor estilo Zorra Total, sabe? Eu já não gosto muito de teatro e para assistir coisas ruins, prefiro mesmo é ficar em casa.
Essa semana me assustei com os anúncios pela cidade da peça "As Pontes de Madison", a versão teatral do longa-metragem homônimo estrelado por Clint Eastwood e Meryl Streep que na peça é protagonizada por Marcos Caruso e Denise Del Vecchio (nos papéis do fotógrafo da revista National Geographic Robert Kincaid e da professora de literatura casada Francesca Johnson).

É uma linda história, onde a moradora (Del Vecchio) do condado de Madison, no estado americano de Iowa, onde ficam famosas pontes cobertas, acaba se envolvendo com o jornalista (Caruso) que foi retratar as exóticas paisagens da região. Durante quatro dias o casal vive uma intensa paixão e depois, com longo desencontro, um raro amor. Contada em flashback, a história é narrada pelos filhos de Francesca, filhos Caroline e Michael (interpretados por Adriana Londoño e Marcos Damigo), depois de sua morte.

Com direção adaptação de Alexandre Tenório para o romance de Robert James Waller e direção de Regina Galdino, “As Pontes de Madison” será apresentado no Teatro GACEMSS nos dias 27 e 28, às 20h 30min.

 Cena do filme, com Eastwood e Streep.

Fonte: Veja Rio e Jornal do Interior

terça-feira, 20 de julho de 2010

"João e Maria" na telona e em 3D

Oi amigos! Saudades de vcs. Ando meio sem tempo de atualizar meus blogs. Trabalho numa agência de publicidade em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro, e nessas últimas semanas o volume de trabalho aumentou um pouco. E minha parceira de trabalho saiu da agência me deixando sozinha e com mais trabalho! Rsrsrssr! Por enquanto tá dando pra levar, só que estou com pouco tempo de preparar boas postagens pra dividir com vcs e pra comentar nos meus blogs queridos. Mas não pensem que eu sumi ou desisti do blog, não! Estou aqui, firme e forte. Sempre que houver uma folguinha como a de hoje, corro pra dar sinal de vida.
Hoje em especial trago uma matéria sobre cinema que me chamou a atenção. 
Lembram da historinha de João e Maria? Ah, todo mundo lembra, ne? Então, essa historinha do nosso tempo de criança vai virar filme 3D. To imaginando algo no estilo de Alice, heim?? Não sei se vai chegar aos pés da obra de Tim Burton, mas deve se aproximar.

Bjs
Cintia
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O clássico infantil "João e Maria" ganhará as telas dos cinemas em versão com atores reais e em 3D.
A história escrita pelos irmãos Grimm terá suas locações na Alemanha e está programado para a primavera de 2011 do hemisfério norte. Joseph C. Pepe, designer chefe dos personagens de "Avatar", está encarregado do visual do filme e Scott Gardenhour (Pearl Harbor) e Kira Madallo Sesay serão os produtores.
A produtora The Institute, que assume o longa, é responsável por filmes como "Pearl Harbor," "Armageddon," "Show Bar," e "Jumper." Michael Bay ("Transformers" e "Transformers: A Vingança dos Derrotados") é sócio da empresa.
O conto de fadas conta a história dos irmãos João e Maria, que se perdem na floresta após terem sua trilha de migalhas comida por pássaros. Os dois acabam encontrando uma casa feita de doces, na qual são convidados a entrar e se fartar. A doce senhora que os recebe mostra-se uma bruxa que gosta de devorar crianças e os engorda para fazer um melhor prato.

Fonte: Livraria da Folha

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Hemorio pede ajuda

Hoje estou fazendo um postagem meio fora do contexto do blog, por uma causa bem especial. O Hemorio está precisando muito de doações devido aos problemas enfrentados por lá durante essas chuvas todas.
Vamos divulgar, ne gente? Quem quiser repuplicar essa postagem, fique à vontade, o importante é divulgar e conseguir bastrante doadores, principalmente moradores do Rio de Janeiro e arredores.

Bjs,
Cintia
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Hemorio em alerta máximo
Número de doações caíram 80% e estoque está praticamente zerado

Devido às fortes chuvas que caíram na cidade, o Hemorio, órgão da Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, teve uma queda de 80% no comparecimento de doadores.  Ontem, por exemplo, quando o centro da cidade estava praticamente vazio, somente 61 bolsas de sangue foram coletadas, quando normalmente seriam 300.  A situação foi agravada devido ao feriado de Páscoa, época em que também já são registradas uma diminuição de doadores.  Desde o dia 1º, o Hemorio, que é responsável por distribuir sangue para cerca de 180 hospitais da rede pública de todo o Estado coletou 840 bolsas.  Se compararmos com o mesmo período no ano passado, a queda chega a quase 50%.
Desde hoje pela manhã, o Hemorio está em alerta máximo.  De acordo com a diretora geral do Instituto, Clarisse Lobo, já estão sendo realizadas estratégias para minimizar o problema, mas a população precisa ajudar, pois todos os tipos de sangue são necessários.
"Iniciamos ontem mesmo, com a equipe de captação, o trabalho de convocação de doadores de sangue e na comunidade do entorno, mas a situação é grave, os estoques estão praticamente zerados e estamos pedindo ajuda da população para ajudar neste momento difícil" - explica a médica.
Lembrando: Para ser um doador é preciso ter entre 18 e 65 anos, 
pesar mais de 50kg e estar em boas condições de saúde.

Dúvida? Disque Sangue: 0800-282-0708

No Rio de Janeiro ainda há mais 26 postos públicos de coleta de sangue coordenados tecnicamente pelo Hemorio. Os endereços e horários de funcionamento dos postos podem ser obtidos pelo Disque Sangue (0800 282-0708) que esclarece outras dúvidas e agenda a doação com hora marcada.
O Hemorio funciona todos os dias, das 7 às 18 h, inclusive sábados, domingos e feriados. O endereço é Rua Frei Caneca, 08, Centro.
                     

08/04/10
nº 233

quinta-feira, 25 de março de 2010

Domínio Público - acervo digital on line



Sempre recebo um email falando que a biblioteca digital do Ministério da Educação será desativada por desuso e sempre achei esse fato um tanto desconecto... Já até fiz uma postagem à respeito há um tempo atrás.
Um dia decidir investigar. Enviei um email pra eles e uma pessoa me retornou dizendo que não é nada disso! A biblioteca está no ar a todo vapor, com um acervo digital para uso gratuito da população brasileira (e porque não internacional) via internet. Agradeceu ainda o meu interesse e pediu, se possível, para divulgar que o email era mais um spam desses que circulam pela internet.

Então, amigos, quando receberem o email falando:
"(...) Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura."
Não se preocupem, pois está tudo funcionando e à disposição de quem se interessar!
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre. Imagine um lugar onde você pode acessar gratuitamente: pinturas de Leonardo Da Vinci, escutar músicas em formato MP3, ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia, ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV Escola.
Basta acessar o site Domínio Público.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da MULHER

Recebi esse email da minha amiga Regina Vilarinhos e divido agora com vcs, já homeageando pelo nosso dia!
Bjs, meninas, e parabéns!!!

Cintia
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"Mulher na Sociedade Sustentável"
Por Amyra El Khalili

No dia 08 de Março comemoramos o “Dia Internacional da Mulher”. Neste mesmo mês, no “dia 22 de Março”, comemoramos o “Dia Internacional das Águas”.
 O  “Dia 08 de Março” é uma data significativa que diferentemente do dia dos namorados, ao invés de presenteá-las com flores, CD Roms, chocolates e cartões de amor, pensamos o quanto as mulheres têm feito no mundo pela questão de gênero (equidade entre os sexos) e tantas outras questões.
 Nesta data os movimentos feministas costumam registrar seus manifestos, proposições e reivindicações, pois os olhares da mídia e da sociedade estão atentos ao tema. Mais do que uma bandeira do movimento feminista, tem sido motivo de mobilizações em prol de um mundo que possa reconhecer o papel da mulher em todas as frentes econômico, políticas, sócio-educacional e ambientais.
 Pensamos sempre na mulher como um ser que dá a vida a outros seres, e responsável por carregar no ventre essas vidas, bem como educar, lavar, passar e cozinhar, além é claro, de trabalhar fora de casa. Há as que trabalham dentro de casa também nesta dupla jornada, ainda convivem com os conflitos de identidade do parceiro, que muitas vezes não consegue acompanhar a evolução das mulheres empoderadas, seja como profissional remunerada alcançando cargos e salários, seja como uma mulher independente financeiramente, e que pode a qualquer momento livrar-se do paradigma de casamentos por dependências ou imposições sociais.
 O que falamos aqui esta sacramentado em diversas teses, debates e artigos, mas o objetivo desta conferência não é repetir o que sabemos de cor, mas iniciar uma discussão para nos conhecermos melhor intimamente enquanto mulheres que somos numa perspectiva ambiental.
 Hoje a questão ambiental superou o tabu nos mesmos enfrentamentos e conflitos que fora a questão de gênero. A questão étnica também não ficou atrás da questão religiosa, das questões de guerra e paz. Na realidade todas essas “questões”  estão interligadas por que dizem respeito ao mundo em que vivemos e o mundo que queremos.
 Não somos seres dissociados desta realidade, pois usamos água, consumimos energia, respiramos igualmente o mesmo ar que todos respiram e se uma bomba cair sobre nossas cabeças neste espaço em que nos encontramos agora, não escolherá se é negra, branca, amarela,  índia, palestina ou judia. Muito menos nos selecionará por sexualidade, crença ou religião.
 É claro que existem focos de conflitos direcionados, e que atingem pessoas e as discriminas por suas identidades, formação étnica e opção religiosa, mas o que atinge o outro me atinge, gerando impacto em minha vida. Sofremos com isso, e muitas vezes nem percebemos de onde vem todo esse sofrimento. Para aqueles que têm consciência, o impacto é direto. Para os outros inconscientes, o impacto indireto pode até causar danos muitos maiores.
 Quando eu sei por que estou sofrendo, é muito mais fácil curar a ferida, mas quando não sei por que estou sofrendo, começo a procurar em mim a causa e efeito deste sofrimento e psicologicamente me desequilibro. E assim é o meio ambiente. O meio ambiente sente e responde a uma velocidade maior do que os seres humanos podem imaginar.
 As mulheres têm tido um papel relevante nas questões ambientais, quando defendem o direito de água para todos. Que é na verdade a defesa do direito à vida. As mulheres têm se movimentado mais rápido que os homens nas questões sócio-humanitárias, nas mobilizações ambientais por que “sentem”  na pele o que significa um meio ambiente doente. Sentem a falta de água, a falta de luz, a falta de um lar num local arejado e sem contaminações. Sentem a falta de uma brisa num dia de calor extremamente abafado, sentem na pele o sofrimento de um  companheiro infectado por algum contaminante químico. Sentem a indiferença do poder público quando têm que sustentar o lar sozinhas e quando seus pares ou filhos ficam na cama por conta de uma enfermidade que os impede de trabalhar.
 É neste aspecto que gostaríamos de analisar com as mulheres. O que isto significa em suas vidas e como se sentem. Será na interação de suas participações como agentes ativos  em uma sociedade plural, que poderemos construir um mundo melhor fazendo com que seus sentimentos e vozes sejam ouvidas.
 As mulheres estão revolucionando o mundo como educadoras ambientais, naturalmente que são, por sua formação biológica e sua capacidade de sentir.  Porém é importante identificar que estes sentimentos não são exclusivo das mulheres, mas também e principalmente dos homens. Homens paridos, criados e educados por mulheres, que têm em suas essências a “feminística” , ou seja, a mística feminina que todos seres humanos possuem. Talvez seja este o nosso maior desafio: despertar essa mística dos Homens, e permitir que Eles a sintam, com tanta ou mais intensidade que a sentimos.
 Portanto os homens são bem vindos em nosso Meio Ambiente para que possamos caminhar juntos, um ao lado do outro – com equidade e respeito às opções de cada um.
 Caminhar um ao lado do outro em busca de um mundo melhor que compreenda e respeite o direito as diferenças e a riqueza da biodiversidade (diversidade de vida) em todos os níveis – de todos seres vivos!
 O Meio Ambiente e as Águas de Março agradecem!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Bacharelado em Fotografia

Boa tarde a todos que me visitam! Depois de cinco dias refastelando no atoa, estou de volta com minhas postagens no Blog da Sibucs.
Hoje recebi um email de minha amiga Giovana (sempre presente por aqui) falando de um curso superior em fotografia. Sou apaixonada por fotografia, já fiz uns dois cursinhos, desses do tipo "Aprenda Fotografia Básica" e um outro, mais completo, com direito a caminhada fotográfica, análise das imagens e seleção das melhores fotos. Ah, fiz um curso de revelação também, outra coisa fascinante.
Acho a fotografia uma arte tão poética, tão perfeita. É como se vc pudesse parar o tempo com uma imagem. E esse curso da Cândido Mendes, é formar profissionais dessa área tão carismática e bela. Confesso que me interessei muito...

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Bacharelado em Fotografia e Imagem Digital na Candido Mendes
A partir de fevereiro de 2010, o Instituto de Humanidades da UCAM oferecerá no campus Pio X (Candelária, centro do Rio de Janeiro) o curso “Bacharelado em Fotografia e Imagem Digital”. O curso será ministrado no horário da manhã e terá duração de três anos, incluindo dois semestres de TCC, totalizando 2.400 horas-aula.

Seu objetivo é formar profissionais com uma sólida base humanista e intelectual aliada a competências e habilidades técnicas e artísticas para a realização da imagem fotográfica nos tempos atuais. Na era digital a produção imagética não se restringe apenas à fotografia; por isso, o curso contemplará, também, os inúmeros desdobramentos e aplicações dessa produção, tais como vídeo, cinema, web design, artes visuais e design. Pretende-se que o egresso do curso seja um profissional preparado para atuar em diversos segmentos do mercado de produção, difusão e recepção da imagem.

Atualmente, a fotografia vive um período de grande atividade e transformações, tanto no âmbito de sua realização e circulação, como também na sua economia. Esse curso será o primeiro de graduação plena em Fotografia no Estado do Rio de Janeiro e um dos poucos em todo o Brasil.

A coordenação será do fotógrafo Prof. Dr. Andreas Valentin.

Mais informações:
andreas@pontodevista.com
Tel.: 21 | 8151-7939

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Relembrando Momentos em Família

Domingo ensolarado, almoço na casa da Vó!
Pai, mãe, irmã, tia, vó, primo tio e tia. Que delícia, todos sentados à mesa, conversando animadamente, discutindo coisas simples da vida.
De repente, diante de tão saborosa refeição – espaguete ao alho e óleo e bife à milanesa (pedido da minha irmã), frango cozido e vagem com ovos (esse em minha homenagem...), arroz e salada de folhas regadas com molho de ervas, alecrin e lâminas de alho – surge uma conversa mais deliciosa ainda... cada mulher da família e seu prato inesquecível.
Meu pai manda logo “nunca mais comi um folheado como o da minha mãe!” e minha mãe logo emenda “realmente, ninguém conseguia fazer aquele folheado, só ela tinha a mão para fazer aquilo! E ainda abria a massa com cabo de vassoura! Ficava aquela massa finíssima...” Realmente, não adiantava nem pedir a receita pois minha vó logo dizia “ah minha filha, é só colocar um ‘pouco’ de farinha de trigo, um ‘pouco’ de manteiga, olha só como eu faço...” e tentavam anotar cada coisa que ela fazia, mas qual o quê! Nunca ficava igual! Só ela tinha a magia de mexer aquela massa tão delicada. Eu, sinceramente, não me lembro bem daquele folheado, mas de tanto meu pai e todos os irmãos falarem acabo ficando com água na boca!
Voltando ao bate papo do dia, minha irmã emenda: “Não! Bom mesmo é o tutu da Tia Mariléa!” Esta, presente à mesa, fica encabulada: “O que é isso! Meu tutu é normal!” Como se fosse normal fazer aquele tutu deliciosamente cremoso e coberto com rodelas de linguiça calabresa douradas na frigideira com um fio de óleo acompanhadas por pequenas rodelas de ovos cozidos!
Daí, fomos citando os pratos de cada uma: o Músculo com Batatas da minha mãe, o Strogonoff da minha irmã (lotado de creme de leite), o Nhoque da minha prima Roseli (ela faz à mão e coloca queijo ralado na massa, fica de chorar...), a Pavê Sonho de Valsa da minha Tia Sônia (que ela faz todo Natal e sempre que a gente pede, e coloca o dobro de bombons!), os Ovos Nevados da Vó Hilda, o Torresmo e o Feijão Amigo da Patrícia, a minha Torta Alemã (essa ai foi minha irmã quem disse...), ufa!
Cada uma com sua particularidade e olha que agora escrevendo acabei de me lembrar dos Bolinhos de Alface da minha Vó, nunca comi em lugar algum! São leves e saborosos, muito interessantes. Tem também a Picanha ao Alho que minha irmã aprendeu e prepara magistralmente, selando os bifes altos no azeite...
Cozinhar é realmente uma arte e cada uma tem a sua magia, a sua arte de “mexer o caldeirão” para dar vida aos ingredientes colocados com cuidado um a um e, principalmente, com paciência e amor. Cada prato fica em nossa memória como uma lembrança que nos foi deixada e sempre que nos depararmos diante de tal “experimento” – ou se preferirem, diante de tal prato delicioso – nos lembraremos de um toque de mãos que apenas uma determinada pessoa conseguia dar para criar aquela sensação de prazer e bem estar que sentimos ao levamos à boca tamanho prazer!


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Cíntia Sibucs
09/01/2006

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