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segunda-feira, 19 de maio de 2014

RIO:OIR | Cildo Meireles

Ouvir o Rio: Uma Escultura Sonora de Cildo Meireles tem exibição gratuita no Espaço Itaú

Em 1976, Cildo Meireles teve uma idéia para um projeto e a escreveu em um de seus cadernos. Décadas depois, o artista plástico resolveu resgatar essa idéia e colocar em prática o "Rio Oir", um disco de vinil onde em um lado estariam gravados os sons de rios e do outro os sons de risos de amigos. Inspirado no palíndromo entre "rio", a palavra espanhola para "ouvir" e o verbo "rir", o projeto sonoro começou a criar sua estrutura.

A cineasta Marcela Lordy acompanhou o artista plástico Cildo Meireles enquanto ele captava o som das principais bacias hidrográficas do país para a sua exposição RIO OIR.

Eles viajaram de Foz do Iguaçu a Foz do Rio São Francisco, passando pela Pororoca do Macapá e pelo Parque das Águas Emendadas, no Distrito Federal. Depois disso, o material foi levado à um estúdio para ser combinado à cacofonia das gargalhadas humanas.
Cildo tenta mostrar como a relação do homem com a água amplia nossas percepções, criando uma espécie de "escultura sonora". Além disso, o artista naturalmente chama atenção para temas ecológicos e a importância de preservar este elemento fundamental para a vida humana.



O processo de criação da obra RIOOIR exposta na "Mostra Ocupação Cildo Meireles" no Itaú Cultural. O filme revela a simplicidade do artista, a relação dos habitantes dessas regiões com a água e potencializa nossa percepção entre o som e a imagem.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

As Pontes de Madison

De vez em quando aparecem aqui em Volta Redonda umas boas peças de teatro. Não que isso nunca aconteça, acontece muito até, porém sempre vem essas peças de humor estilo Zorra Total, sabe? Eu já não gosto muito de teatro e para assistir coisas ruins, prefiro mesmo é ficar em casa.
Essa semana me assustei com os anúncios pela cidade da peça "As Pontes de Madison", a versão teatral do longa-metragem homônimo estrelado por Clint Eastwood e Meryl Streep que na peça é protagonizada por Marcos Caruso e Denise Del Vecchio (nos papéis do fotógrafo da revista National Geographic Robert Kincaid e da professora de literatura casada Francesca Johnson).

É uma linda história, onde a moradora (Del Vecchio) do condado de Madison, no estado americano de Iowa, onde ficam famosas pontes cobertas, acaba se envolvendo com o jornalista (Caruso) que foi retratar as exóticas paisagens da região. Durante quatro dias o casal vive uma intensa paixão e depois, com longo desencontro, um raro amor. Contada em flashback, a história é narrada pelos filhos de Francesca, filhos Caroline e Michael (interpretados por Adriana Londoño e Marcos Damigo), depois de sua morte.

Com direção adaptação de Alexandre Tenório para o romance de Robert James Waller e direção de Regina Galdino, “As Pontes de Madison” será apresentado no Teatro GACEMSS nos dias 27 e 28, às 20h 30min.

 Cena do filme, com Eastwood e Streep.

Fonte: Veja Rio e Jornal do Interior

quarta-feira, 21 de julho de 2010








♦ Festival de Gramado - Foram divulgados nesta segunda-feira (19) os filmes que vão disputar os Kikitos do 38º Festival de Gramado, um dos mais importantes do cinema no Brasil. Além dos longas, o Festival de Gramado, que será realizado entre os dias 6 e 14 de agosto, também inclui uma competição de curtas-metragens. O Festival é realizado anualmente durante o inverno em Gramado (RS) e deve, além da exibição dos filmes das mostras competitivas e das paralelas, incentivar diversos debates, encontros e seminários sobre o cinema no Brasil e na região ibero-americana.

♦ Driblando a  Pirataria - As reedições revistas e ampliadas de álbuns de catálogo voltam ao mercado para ajudar na recuperação da saúde financeira das gravadoras e promovem a festa entre colecionadores e aficcionados por música. Artistas como Jimi Hendrix, Beatles, The Clash, Rolling Stones, The Stooges e Miles Davis, além dos brasileiros Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Dolores Duran, Nara Leão e Cazuza, entre outros, voltaram a ocupar as prateleiras das lojas em relançamentos turbinados por faixas-bônus, áudio remasterizado, documentários em DVD e encartes luxuosos com textos informativos, fotografias inéditas e fichas técnicas completas.A tendência não é exatamente uma novidade, mas ganhou mais força com a pirataria (matéria completa aqui).

Maria Gadú grava dvd ao vivo - Depois de ganhar disco de platina pelo trabalho de estreia, Maria Gadú vai agora registrar em DVD o show que levou durante um ano por todo o Brasil, incluindo novas músicas e participações especiais. Gadú promete surpresas e vai levar ao palco músicas do seu primeiro disco e amigos que fizeram parte da sua história. A gravação do "Multishow Ao Vivo - Maria Gadú" será na quinta-feira (29), no Credicard Hall, em São Paulo.

♦  Artista brasileiro é documentado em livro e video - Entre 2005 e 2008, o artista paulistano Stephan Doitschinoff, também conhecido como Calma, morou na cidade de Lençóis, no interior da Bahia, onde se dedicou a "pintar uma cidade inteira", como ele conta no documentário "Temporal - The Art of Stephan Doitschinoff", que foi lançado quarta-feira (6) junto ao livro "Calma - The Art of Stephan Doitschinoff" (ed. Gestalten, 160 pgs.) no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo. Em Lençóis, Doitschinoff pintou muros, capelas e casas de moradores. O documentário, de cerca de 13 minutos, e o livro registram o processo.

terça-feira, 20 de julho de 2010

"João e Maria" na telona e em 3D

Oi amigos! Saudades de vcs. Ando meio sem tempo de atualizar meus blogs. Trabalho numa agência de publicidade em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro, e nessas últimas semanas o volume de trabalho aumentou um pouco. E minha parceira de trabalho saiu da agência me deixando sozinha e com mais trabalho! Rsrsrssr! Por enquanto tá dando pra levar, só que estou com pouco tempo de preparar boas postagens pra dividir com vcs e pra comentar nos meus blogs queridos. Mas não pensem que eu sumi ou desisti do blog, não! Estou aqui, firme e forte. Sempre que houver uma folguinha como a de hoje, corro pra dar sinal de vida.
Hoje em especial trago uma matéria sobre cinema que me chamou a atenção. 
Lembram da historinha de João e Maria? Ah, todo mundo lembra, ne? Então, essa historinha do nosso tempo de criança vai virar filme 3D. To imaginando algo no estilo de Alice, heim?? Não sei se vai chegar aos pés da obra de Tim Burton, mas deve se aproximar.

Bjs
Cintia
- - - - - - - - -

O clássico infantil "João e Maria" ganhará as telas dos cinemas em versão com atores reais e em 3D.
A história escrita pelos irmãos Grimm terá suas locações na Alemanha e está programado para a primavera de 2011 do hemisfério norte. Joseph C. Pepe, designer chefe dos personagens de "Avatar", está encarregado do visual do filme e Scott Gardenhour (Pearl Harbor) e Kira Madallo Sesay serão os produtores.
A produtora The Institute, que assume o longa, é responsável por filmes como "Pearl Harbor," "Armageddon," "Show Bar," e "Jumper." Michael Bay ("Transformers" e "Transformers: A Vingança dos Derrotados") é sócio da empresa.
O conto de fadas conta a história dos irmãos João e Maria, que se perdem na floresta após terem sua trilha de migalhas comida por pássaros. Os dois acabam encontrando uma casa feita de doces, na qual são convidados a entrar e se fartar. A doce senhora que os recebe mostra-se uma bruxa que gosta de devorar crianças e os engorda para fazer um melhor prato.

Fonte: Livraria da Folha

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Adoro Tim Burton

Olá!
Quem aí gosta de Tim Burton e suas maluquices levanta a mão!
E se vc é fão como eu desse excêntrico diretor deve estar se roendo de vontade de visitar uma exposição na Austrália com mais de 700 objetos que repassam a carreira de Tim, entre pinturas, bonecos e storyboards.

Burton descreveu sua infância como peculiar, imaginativa e perdida em seus próprios pensamentos. Fugia da realidade do cotidiano lendo livros sombrios de Edgar Allan Poe e assistindo a filmes de terror de baixo orçamento, que mais tarde homenagearia na sua biografia de Edward D. Wood (Ed Wood, estrelado por Johny Deep).

Trabalhando usualmente com temáticas sombrias, Tim Burton criou e dirigiu sua primeira curta-metragem, "Vincent", com o personagem principal baseado no ator Vincent Price. Mais tarde, o diretor trabalhou no seu segundo curta-metragem "Frankenweenie", que conta a história de um menino que ressucita seu cachorro. Mesmo com enredos pouco infantis, ele teve espaço para criar o poema e as ilustrações que seriam a base para "O Estranho Mundo de Jack" (adoro!), um dos seus maiores sucessos.

Burton conciliou seu apego ao horror com a habilidade para a comédia três anos depois em "Os Fantasmas se Divertem" (Beetlejuice). Foi com esse filme que o diretor finalmente se destacou e foi chamado para realizar uma superprodução: "Batman", em 1989, que mais tarde teria a continuação "Batman - O Retorno" (Batman Returns), também com a direção de Tim Burton. Com a carreira em alta, resolveu filmar seu projeto pessoal intitulado "Edward Mãos de Tesoura" (Edward Scissorhands), sobre um rapaz que tem tesouras no lugar das mãos. Para o projeto, Tim Burton chamou o ator Johnny Depp, que seria o maior colaborador durante a carreira do cineasta. Depois seria novamente chamado, dessa vez para estrelar a cinebiografia de "Ed Wood", considerado o pior diretor de todos os tempos.

Após esse período, o diretor passou por baixar em filmes que pouco renderam, como "Marte Ataca!" (Mars Attacks!) e "Planeta dos Macacos" (Planet of the Apes). Tim Burton melhorou mesmo a carreira em 99 após lançar o filme "A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça" (Sleepy Hollow), sobre uma cidadezinha que sofre uma série de assassinatos. E a carreira continuou em alta depois de "Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish). Mais tarde, Burton voltaria a animação stop-motion com "A Noiva Cadáver" (Corpse Bride). Nessa época, o diretor regravou um clássico dos anos 70, "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (Charlie and the Chocolate Factory), novamente com a participação do ator Johnny Depp.

 Porém, na minha opinião, a obra prima de Burton é mesmo "Alice no País das Maravilhas" (Alice in wonderland) que contou com um excelente elenco de renomados nomes, como o amigo do diretor Johnny Depp (de novo!), sua esposa Helena Bonham Carter e a atriz Anne Hathaway. O filme é uma festa de cores e efeitos e uma merecida continuação para a famosa história do professor de matemática inglês Lewis Carroll, que a publicou a 4 de julho de 1865.

 Enfim, a exposição "Tim Burton: The Exhibition" está no Centro Australiano da Imagem em Movimento, em Melbourne e mostra os melhores momentos dessa produção sensacional de Tim, que já passou pelo MoMA, em Nova York, entre o fim de 2009 e início de 2010.



Quem quiser se aventurar no mundo de Tim, acesse o site dele, é super divertido! Acesse as galerias e entre no clima sombrio e diferente de Tim, vale a pena!


Fonte: Uol Entretenimento
Fotos da exposição: Divulgação

quarta-feira, 24 de março de 2010

Quarta Cultural | Fundação CSN

Olá, amigos! Mais uma coisa legal aqui na minha cidade, Volta Redonda, interior do Rio. Acontece HOJE um encontro para se discutir teatro e suas vertentes, passeando pelo âmbito histório-cultural.
Espero qure curtam!
Ah, quem quiser me enviar coisas interessantes relacionadas a arte e cultura em geral, é só encaminhar para cintiasibucs@gmail.com

Valeu!
Bjs,
Cintia
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Via: Galeria FCSN

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Cartaz de filme é proibido

Cartazes do filme "Gainsbourg, vie héroïque" foram proibidos no metrô de Paris, por mostrarem o consumo de cigarro. No pôster do longa sobre a vida do cantor Serge Gainsbourg (1929-1991), o ator Eric Elmosnino aparece soltando fumaça pela boca.
A simples citação ao ato de fumar foi suficiente para que o cartaz fosse considerado como uma incitação ao consumo de tabaco pelos administradores do metrô, que temem receber uma multa de até 100 mil euros.
"Isso porque nos preocupamos em fazer com que não aparecesse nenhum cigarro no cartaz", afirma o produtor do filme, Marc du Pontavice, para quem a proibição da publicidade no metrô, onde 600 cartazes seriam colocados a partir de dezembro, provocará um "grande prejuízo".
O produtor disse considerar a medida "ridícula, ainda mais levando em conta que o cartaz será permitido nos ônibus urbanos da cidade".
Já em 2009, um dos cartazes que anunciavam uma exposição sobre o cineasta Jacques Tati teve que mudar para aparecer no metrô parisiense. O cachimbo fumado por seu personagem Monsieur Hulot foi substituído por um cata-vento.
O filme contará a trajetória do mais popular cantor da França, que se tornou conhecido mundialmente com o autor do hit "Je t'aime moi non plus".
Também era público seu estilo de vida boêmio - ele foi um consumidor voraz de uísque e cigarros Gitanes - e conquistador. Gainsbourg namorou belas mulheres, como as atrizes Brigitte Bardot e Jane Birkin, com quem teve uma filha, a também atriz  Charlotte Gainsbourg.

Outro cartaz que também foi proibido por lá, foi o do filme de Coco Chanel. A foto do cartaz com a atriz Audrey Tautou foi considerada como publicidade indireta do tabaco. Dos 5.800 cartazes encomendados para serem distribuídos pela França, os 1.100 destinados ao metrô e aos ônibus de Paris foram trocados. No lugar deles, foram colocadas duas imagens do filme em que a intérprete da estilista Coco Chanel aparece com dois atores do longa.

Via:  G1 Pop & Arte

É gente, o cerco está se fechando contra o consumo de cigarros ao redor do mundo.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Woody Allen

O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta, a partir de quarta-feira (18), a mostra "A Elegância de Woody Allen", que vai até o dia 13 de dezembro, no CCBB-SP.
A mostra está também em cartaz no CCBB do Rio desde o dia 3 de novembro. Serão exibidos todos os 40 filmes do cineasta, do primeiro "O que há, tigresa?" (1966), que não foi lançado nos cinemas brasileiros, ao inédito "Tudo Pode Dar Certo" (2009), que só entrará em cartaz no ano que vem.
Produções das quais Woody Allen participa como roteirista e/ou ator, além de outros trabalhos feitos em homenagem a ele, também farão parte da mostra.

Link da Matéria para mais informações!

sábado, 7 de novembro de 2009

This is It!

 

Ontem fui assistir ao filme / documentário "This is It", sobre os últimos ensaios de Michael Jackson e confesso que saí do cinema extasiada e completamente chateada em ver uma pessoa tão bem de saúde, disposta e cantando maravilhosamente bem, que morrera tão pouco tempo depois daquelas imagens terem sido feitas.

O filme em si é ótimo e mostra um MJ como a gente sempre quis ver. Ele interage com a equipe, conversa, dirije as cenas do show e dialoga sobre o que quer em cada música. O cara é mesmo um gênio.
O tempo todo ele se desculpa e diz que está poupando a voz e que não pode cantar como gostaria - e ainda assim canta lindamente e com um fôlego inacreditável para uma criatura que parece tão frágil.

Os bailarinos ficam extasiados e no início do filme dão depoimentos de como é estar ao lado do rei do pop. Realmente, deve ser uma sensação indescritível estar ali, dançando com seu ídolo, dançando com MJ!!!!
A banda e os backing vocals são outro show. perfeitos e muito talentosos. MJ pede e eles fazem, viajam junto com ele - e como o show é viajante. Eu queria que nada disso tivesse acontecido e que MJ ainda estivesse aqui para poder assisti-lo em ação de fato, nos shows dessa turnê fantástica.

Em alguns momentos dos ensaios, ele pede que a música seja exatamente como no disco. Ele quer que os fãs ouçam a música como em sua versão original. E tudo fica lindo e ideal, como MJ imagina.

Minhas partes favoritas foram, sem dúvida, "Smooth Criminal" (em que eles usam cenas de filmes antigos como Casablanca e Michael interage nas cenas), "Beat It" (com um show de guitarra) e "Human Nature" (onde que MJ canta à capela com uma voz que simplesmente deixa toda a equipe extasiada e sem acreditar no que estão vendo). Outra parte alta do filme é "Thriller" que seria apresentada em 3D. Se as imagens e as coreografias dos ensaios já foram contagiantes (juro que me deu vontade de sair dançando pelo cinema!!!) imaginem no palco?

Tudo isso dirigido com toda atenção e cuidado por Kenny Ortega, que dedica o filme ao fãs, como um presente.

Sem dúvida em presente mesmo e acho que todas as pessoas que um dia curtiram as músicas de MJ, devem assitir e se emocionar com esse filme! This is it!

By: Cíntia Sibucs

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

É um barato o cassino do Chacrinha!



Eu me lembro bem das tardes em frente à TV assistindo ao programa do Velho Guerreiro que eu adorava. E o que mais me vem à mente são os artistas que eu gostava na época como Titãs, Blitz, Kid Abelha, Barão Vermelho com Cazuza e toda  aquela turminha do rock da década de 80. Fora os românticos, né? Alcione, Wando, Byafra e por aí vai.

E as Chacretes? Gente, eu adorava ficar dançando e imitando aquelas mulheres que eram objeto de desejo da maioria dos marmanjos da época. Lindas! Elas foram verdadeiras escolas para as dançarinas do Faustão e Bananinhas da vida de hoje.

O legal desse documentário é que ele consegue reproduzir o universo daquele humor cruel que vigorava dentro dos programas do Chacrinha. Os fãs vão poder conferir trechos em que o apresentador questionava a opção sexual de um candidato e buzinando sem dó diversos desafinados na parte dos "Calouros".

E as frases impagáveis? Nunca me esqueço: "Eu vim aqui para confundir e não para explicar!" ou "Quem quer o bacalhau da Fafá de Belém?" e a mais famosa de todas "Terezinha? U-uuu!" (que dá nome ao filme).

O filme não é apenas sobre Chacrinha, mas também sobre os personagens de seus programas - que foram exibidos em várias emissoras, entre o final dos anos 1950 e meados dos anos 1980.

Enfim, o documentário "Alô, alô, Terezinha" examina e revive um dos maiores fenômenos da televisão brasileira , o grande apresentador Abelardo Barbosa (1917-1988), o nosso querido e inesquecível Chacrinha.


Baseado em: Cine Web, por Neusa Barbosa.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Começa Hoje!

É hoje gente! Mostra de filmes de animação, palestras e oficinas com exibição simultânea em 300 cidades do Brasil e em mais de 50 países.

E Volta Redonda não poderia ficar de fora deste grande evento internacional! Ainda mais com o total apoio do ACIMA - Academia de Animação de Volta Redonda, Fundação FCSN e PMVR - Secretaria Municipal de Cultura, que pela terceira vez participam com total animação.
Em 2009 a ANIMAÇÃO está garantida à partir de hoje e vai até o dia 30 de outubro com muitas atrações.
Todas as oficinas e sessões são gratuitas, então venha participar deste animado evento ou agende sua escola para conhecer os melhores filmes de animação do mundo.

PROGRAMAÇÃO:
LOCAL DE ABERTURA
Galeria de Artes - Centro Cultural Fundação CSN
Dia: 26
Horário: 19:00h

LOCAL DAS OFICINAS:
Galeria de Artes - Centro Cultural Fundação CSN
Dia: 27 até 30
Horário: 9:00 as 12:00 e 14:00 as 17:00h

LOCAL DAS SESSÕES EM VÍDEO:
Auditório Maestro Franklin - Centro Cultural Fundação CSN
- DIA 27, 28 e 29 às 10h e 15h - Mostra Infantil do D.I.A.
- DIA 28 às 19h - Mostra Nacional do D.I.A.
- DIA 28 às 20h - Mostra Internacional do D.I.A.
- DIA 30 às 09:30h e 14:30h - Mostra Infantil e Mostra Livre (para portadores de deficiência auditiva e surdos)
- DIA 30 às 10:30h e 15:30h - Mostra Infantil e Mostra Livre (para portadores de deficiência visual e cegos.)

PALESTRA ANIMADA:
Auditório Maestro Franklin - Centro Cultural Fundação CSN
- Dia: 30 Horário: 19:00h
- Panorama da Animação no Brasil - Palestrante: André Cruz - Diretor do ACIMA e Membro ABCA

MAIORES INFORMAÇÕES:
ACIMA – Academia de Cinema de Animação de Volta Redonda
André Rodrigues da Cruz
www.acima.art.br
contato@acima.art.br
msn: wavegraph@hotmail.com
(24) 3337-9002 / 9218-8313

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

28 OUTUBRO | DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO (D.I.A.)

Dia 28/10 rola a mostra de filmes de animação, palestras e oficinas com exibição simultânea em 300 cidades do Brasil e mais de 50 países.
E Volta Redonda não poderia ficar de fora deste grande evento internacional! Ainda mais com o total apoio do ACIMA - Academia de Animação de Volta Redonda, Fundação FCSN e PMVR - Secretaria Municipal de Cultura, que pela terceira vez participam com total animação.
Em 2009 a ANIMAÇÃO está garantida entre os dias 26 a 30 de outubro com muitas atrações.
Todas as oficinas e sessões são gratuitas, então venha participar deste animado evento ou agende sua escola para conhecer os melhores filmes de animação do mundo.

PROGRAMAÇÃO:
LOCAL DE ABERTURA
Galeria de Artes - Centro Cultural Fundação CSN
Dia: 26
Horário: 19:00h

LOCAL DAS OFICINAS:
Galeria de Artes - Centro Cultural Fundação CSN
Dia: 27 até 30
Horário: 9:00 as 12:00 e 14:00 as 17:00h

LOCAL DAS SESSÕES EM VÍDEO:
Auditório Maestro Franklin - Centro Cultural Fundação CSN
- DIA 27, 28 e 29 às 10h e 15h - Mostra Infantil do D.I.A.
- DIA 28 às 19h - Mostra Nacional do D.I.A.
- DIA 28 às 20h - Mostra Internacional do D.I.A.
- DIA 30 às 09:30h e 14:30h - Mostra Infantil e Mostra Livre (para portadores de deficiência auditiva e surdos)
- DIA 30 às 10:30h e 15:30h - Mostra Infantil e Mostra Livre (para portadores de deficiência visual e cegos.)

PALESTRA ANIMADA:
Auditório Maestro Franklin - Centro Cultural Fundação CSN
- Dia: 30 Horário: 19:00h
- Panorama da Animação no Brasil - Palestrante: André Cruz - Diretor do ACIMA e Membro ABCA

MAIORES INFORMAÇÕES:
ACIMA – Academia de Cinema de Animação de Volta Redonda
André Rodrigues da Cruz
www.acima.art.br
contato@acima.art.br
msn: wavegraph@hotmail.com
(24) 3337-9002 / 9218-8313

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Estreia "Tempos de Paz"

Daniel FIlho muda de estilo temporariamente e apresenta o drama "Em Tempos de Paz", que entra em cartaz na próxima sexta-feira (28/08) nos cinemas brasileiros.
O roteiro de Bosco Brasil adapta a premiada peça teatral "Novas diretrizes em tempos de paz", também dele. Os dois atores principais são Tony Ramos e Dan Stulbach, que interpretam no cinema os mesmos papeis que defenderam no teatro.
A história se passa quase o tempo todo no porto do Rio de Janeiro, onde funciona um centro de triagem de imigrantes que vêm fugindo das dificuldades geradas pela Segunda Guerra Mundial. Tony Ramos é Segismundo, um policial que se descobre sem função no dia em que o presidente Getúlio Vargas liberta todos os presos políticos, em 18 de abril de 1945. Dan Stulbach interpreta Clausewitz, imigrante polonês que tenta entrar no Brasil e tornar-se agricultor.
Segismundo (Ramos), que passou a vida como torturador e interrogador, agora é o responsável por decidir quem fica no Brasil. Quem é barrado, é obrigado a seguir adiante para tentar ser aceito em outros países, continuando uma sofrida peregrinação. Já Clausewitz (Stulbach), em seu país, era um famoso ator. O que os dois compartilham na trama é a decepção com suas profissões, entrando em crise com a própria história pessoal.
O próprio Daniel Filho atua numa ponta, como um médico torturado por Segismundo que é solto e decide procurá-lo. No teatro, este personagem era apenas citado nas conversas entre os dois protagonistas.

O personagem de Stulbach é nitidamente calcado no ator e diretor polonês Zbiginiew Ziembinski (1908-1978). Ator consagrado em seu país, ele desembarcou no Brasil em 1941, sem falar português. Poucos anos depois, tornou-se também aqui ator e diretor consagrado, responsável, por exemplo, pela histórica primeira encenação de "Vestido de noiva", de Nelson Rodrigues, em 1943.
Ao final do filme, aliás, homenageia-se não só Ziembinski como diversos outros estrangeiros de várias profissões que acharam refúgio no Brasil fugindo do nazismo. Caso do escritor Otto Maria Carpeaux, da atriz Nydia Lícia e do crítico e teórico teatral Anatol Rosenfeld, entre outros.

Por: Por Neusa Barbosa, do Cineweb.
 


♦ A primeira vez que ouvi algo sobre o "Tempos de Paz", foi no programa Altas Horas, onde Serginho Groissman entrevistava Dan Stulbach, que divulgava o filme. E ele relatou como foi a expeiência de viver o polonês e como foi a dificuldade da língua e do sotaque. Abaixo, o trailler de "Tempos de Paz" para matar a curiosidade antes da estreia (agora sem acento, ne?!):




♦ Com um pouquihno mais de paciência,  assista a entrevista de Dan no Altas Horas falando sobre o filme. Genial:


quinta-feira, 30 de julho de 2009

Instantâneas


  • 66º Festival de Veneza tem dois filmes brasileiros ♦ “Insolação”, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch, e “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo”, de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes. Ambos serão exibidos na seção Horizontes, principal mostra competitiva paralela do festival.
  • Novo disco de Manu Chao pelo valor que vc quiser ♦ Pois é, cantor franco-espanhol Manu Chao deixará que o público pague o quanto quiser pelo seu novo disco, que estará disponível na internet. Entre os temas das canções do novo disco de Manu Chao estão a vida, a morte, a solidão, o amor, o tango e o fim do mundo. O disco estará disponível no site Viva La Colifata e tem 20 faixas. Será que se eu der o lance de R$ 1,99 eles aceitam??
  • Ney Matogrosso vence prêmio Shell de Música ♦ Cantor é o segundo intérprete a receber o troféu na história do prêmio. Ney foi escolhido pelo júri por sua atemporalidade e forma como trabalha com diferentes estilos musicais. Pode ser considerado um cantor-produtor devido à cuidadosa escolha do repertório que interpreta e dos músicos que o acompanham. É a segunda vez consecutiva que o prêmio é dado a um intérprete – Maria Bethânia recebeu o troféu em 2008, ano em que uma mudança nas regras permitiu a entrega do prêmio para qualquer músico que tenha contribuído para a música popular brasileira (até então, só compositores eram agraciados).
  • Terceira edição da SP Arte / Foto ocorre em setembro ♦ entre os dias 10 e 13/09/09 no Shopping Iguatemi, em São Paulo (SP). Totalmente dedicada à fotografia, a feira reúne trabalhos de artistas consagrados e de novos talentos do circuito nacional e internacional, que transitam entre o fotojornalismo, fotografia modernista brasileira, contemporânea, imagens documentais, entre outros. Nesta edição participam o Instituto Moreira Salles e as galerias Luciana Brito, Millan, Galeria Leme, Baró Cruz, Fass, Galeria de Babel, Casa Triângulo, Emma Thomas, Mezanino, Nara Roesler, Arte 57 e Bergamin, de São Paulo; Paulo Darzé, da Bahia; e HAP, Box 4 e Pequena Galeria 18, do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Aniamundi começa hoje no Rio!


A edição deste ano conta com 401 filmes de 40 países. Eu participei de duas versões e adorei. É mesmo muito legal assistir as animações na arena com um monte de gente e vc recebe um folhetinho para votar nos seus preferidos. E as oficinas? Nossa, são deliciosas dá vontade de fazer todas!!! Lá as pessoas (aduntos e crianças) podem ter o primeiro contato com técnicas de animação como pixilation, massinha, areia e desenho.
Esse ano foram 1300 filmes inscritos no festival, que fica até o dia 19 de julho no Rio. Em São Paulo, as sessões vão acontecer entre os dias 22 e 26 deste mês no Memorial da América Latina e no CCBB. O país com o maior número de trabalhos é o Brasil, com 66 filmes! Depois vêm França (56), Reino Unido (47), Estados Unidos (46) e Alemanha (24).


Esse em especial, eu destaquei por ser um filme brasileiro com uma história sensacional:
Osmar é a primeira fatia do pão de forma e sofre um grande complexo de rejeição. No consultório do Dr. Pierre Coix Saint, ele relembra cada momento difícil de sua vida. "Osmar, A Primeira Fatia do Pão de Forma", de Ale McHaddo - Brasil, 2008.


. . . . . . . . . .
"17º Festival Animanundi"
Quando: de 10 a 19 de julho - Rio. 22 a 26 de julho - São Paulo.
Onde: Rio / Centro Cultural Correios (r. Visconde de Itaboraí, 20, Centro), Oi Futuro (r. Dois de Dezembro, 63, Flamengo), Estação Botafogo (r. Voluntários da Pátria, 88, Botafogo), Odeon BR (Praça Floriano, 7 Centro), CCBB RJ (r. Primeiro de Março, 66, Centro). São Paulo / Memorial da América Latina (av. Auro Soares de Moura Andrade 664, Barra Funda), CCBB SP (av. Álvares Penteado, 112, Centro).
Info: (11) 3251-5644
Quanto: as sessões podem ser gratuitas ou custar R$ 6 (meia entrada a R$ 3.
Info: http://www.animamundi.com.br/

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A morte chega para todos...

Lamentavelmente não posso deixar de registrar aqui a morte do maior ícone pop de todos os tempos. Eu gostava dele e curtia suas músicas, mesmo na fase ruim. Fiquei estarrecida ao ouvir ontem no Jornal Nacional a notícia de sua morte. Pensei "Com assim? Mas ele não pode morrer. Não ele, o poderoso Michael Jackson, que nos deslumbrou e nos chocou tanto tempo com suas excentricidades". Mas era ele mesmo. E a verdade estava ali, na tevê, na internet, bem diante dos olhos estarrecidos do mundo todo. Às vezes penso que ele se matou aos poucos, se esqueceu de onde veio e de suas raízes. Mas ainda assim era genial.
Recebi hoje, na minha primeira passada de olhos pelo gmail, uma mensagem da minha querida Jane Chiesse, um texto sobre esse acontecimento que (mesmo que por alguns segundos) abalou toda uma geração. Eu ai apenas comentar o texto, mas decidi publicar na íntegra e dividir com vcs!
Espero que curtam.

beijos!!!!
cintia

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"As Parcas"
Por Reinaldo Azevedo (Tio Rei)

Perguntam-me se não vou escrever nada sobre a morte de Michael Jackson. Música pop não é exatamente a praia em que ando com mais desenvoltura. Até onde acompanhava, esse rapaz teve a sua fase de ouro. Era, no gênero, talentoso, criativo, ousado. Mas é possível que tenha se deixado trair pelo mais perigoso de todos os demônios da legião que nos tenta todas as horas do dia: aquele que nos sopra aos ouvidos que nossas qualidades derivam de nossos defeitos; sem estes, não teríamos aquelas. É uma das farsas grotescas do diabo. Os defeitos, é claro, são só o que nos atrapalha.

A partir de um momento de sua
trajetória, Jackson parecia mais livre do que todos nós, a tal ponto que resolveu recriar a própria imagem. Pensem um pouco. É o espelho que, no dia a dia, recolhe os nossos cacos e os cola numa inteireza: “Este é você”, ele nos diz. Olhando-nos, podemos ver a nossa própria consciência, as dores que só nos conhecemos, os medos que não confessamos. Está tudo lá. Diante de nossa própria figura, na solidão, o coração pode, então, como num soneto antigo, estampar-se no rosto. Não há plástica ou cosmética que possam nos livrar de nós mesmos.

Refugiado em Neverland, Jackson quis ser “Outro”, dissociando o que ele realmente era daquele que ele via. O que o espelho nos mostra de mais importante não são, pois, nossas rugas, nossos cabelos brancos, nossos quilos a mais ou a menos. D
ia após dia, ele resume a nossa vida. Vemos, parafraseando Drummond, o queixo de nosso pai no nosso queixo; marcas da família desenhando nossa idade madura e nos acenando com a velhice — vislumbramos o nosso queixo no queixo de nossos filhos: sobreviveremos. Justificamo-nos, enfim, diante dele, tentando, à saída, uma última conciliação: quem sabe ele nos perdoe e nos diga um “Siga adiante”. E ele costuma dizer. E só por isso tocamos o barco.

Como era com Jackson? Pouco importa a causa imediata de sua morte, o que se viu foi um dos suicídios mais lentos do showbiz, área em que ou se desaparece muito cedo, como a evocar a máxima de que “morre cedo o que os deuses amam”, ou se entra em decadência, com o esquecimento e a irrelevância cortejando a estrela. Ele ainda tentava mudar a escrita do destino, buscando um renascimento com shows na Inglaterra. Não houve tempo. Os deuses roubam quando dão. E o mais perverso de todos os novos deuses olímpicos é a fama. Jackson foi eliminando progressivamente a memória de si mesmo, ficando sem passado. E, à medida que mergulhava sabe-se lá em que doença do espírito, tinha menos o que dizer para o futuro. O garoto genial (para o gênero ao menos) de Thriller era uma carcaça. Jackson, morto em vida, estava oco de si mesmo. Aquele do espelho não era ele, mas também não era ninguém. De fato, havia morrido fazia tempo. Seu sofrimento não deve ter sido pequeno.


Algo em nós se perde quando se vão os ídolos de uma época, ainda que não nos dissessem grande coisa. Farrah Fawcett — convenham: era a única “Pantera” com a qual realmente nos importávamos, ao menos os garotos — também morreu nesta quinta. A figura, antes exuberante, lutava contra um câncer e estava afastada do mundo das celebridades. Por que de algum modo isso nos comove ou, ao menos nos constrange, trazendo-nos desconforto?

Porque eram do nosso tempo, e sabemos que as três Parcas que zelaram pelo destino deles também zelam pelo nosso. Não param de fiar. Dia e noite. Noite e dia. Lá está Cloto, fazendo girar o fio do destino dos homens, cuidando de uma roca que desce do céu. Com as vestes semeadas de estrelas, Láquesis põe o fio no fuso, até que chega Átropos, com sua vestimenta negra, e pimba! Corta-o. Inapelavelmente. Alguns intérpretes da Mitologia Grega as querem filhas da Necessidade e do Destino. E têm a idade da Noite, do Céu e da Terra. Para sempre.


Criamos muita desgraça, mas também muita beleza tentando, inutilmente, dar um truque nas Parcas. Mas elas nos acham. Nesta quina, Cloto se encarregou de Michael Jackson e Farrah Fawcett. Um dia achará o nosso fio.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Ando muito Potteriana ultimamente. Aliás, muito mesmo. Só penso nisso! Estou lendo desesperadamente o último livro: "Harry Potter e as Relíquias da Morte" (Harry Potter and the Deathly Hallows), de J. K. Rollinwg. Maravilhoso. Mas é uma leitura pesada, complexa. Muitas vezes volto e releio um ou outro parágrafo. As idéias se misturam, o enredo se enrola em fatos do primeiro livro e principalmente do segundo - A Câmara Secreta. Detalhes que passaram despercebidos agora voltam e fazem tamanha revolução na última trama da saga do garoto Harry Potter.
Sempre gostei de histórias de magia, bruxas e varinhas mágicas. Quando descobri Harry Potter, se abriram pra mim as portas desse mundo e entrei de cabeça. Primeiro foram os filmes, assisti no mesmo dia "HP e a Pedra Filosofal" e "HP e a Câmara Secreta". Me apaixonei pelo enredo, pela história, pelos personagens, cenário, tudo! Depois vieram os livros... nossa! Que delícia poder ler aquelas palavras contando e descrevendo detalhadamente cada pedacinho da história que vai se construindo aos poucos.

(cena de HP e a Câmara Secreta)

Mas o que esses livros têm de especial para encantar tamanha legião de fãs? O enredo do primeiro livro é super simples: Harry, um garoto de onze anos, era maltratado pelos tios que o criaram desde bebê, pois seus pais teriam morrido em um acidente de carro; então um dia ele descobre que é um bruxo e, como tal, deve ser educado na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts para aprender a dominar suas habilidades especiais. Mas ele não é apenas um bruxo, é o mais famoso bruxo do mundo, por ser a única pessoa que sobreviveu a um ataque do cruel Lord Voldemort, que matou os pais de Harry mas perdeu seus poderes e sua forma física ao tentar assassinar o garoto. A partir daí, inicia-se uma saga que acaba de se completar com o lançamento do sétimo e último volume.
Assim, o jovem Harry e seus amigos lutam para impedir que o Lord das Trevas (ou "Aquele-que-não-deve-ser-nomeado", ou "Você-Sabe-Quem", "Voldemort" ou simplesmente Tom Riddle - muitas facetas do mesmo ser) retome o poder, ao mesmo tempo em que crescem e enfrentem problemas comuns à grande maioria das crianças e adolescentes ao redor do mundo. Isso possibilita a identificação dos leitores com os personagens, que não ficam dando uma de heróis o tempo todo. Harry, por exemplo, consegue derrotar um dragão feroz, mas não tem a mínima capacidade de convidar uma garota para o baile de inverno.

(Lord Voldemort: aquele que não deve ser nomeado)

É essa a grande magia de toda a história, que se repete nos filmes. Ver os personagens se desenvolvendo junto com a trama e acompanhar tornando-se íntimo desse mundo paralelo conhecendo novos personagens, lugares e criaturas. Nos livros há referências a lendas do mundo real, como a Pedra Filosofal fabricada por Nicolau Flamel - que acabou se tornando personagem na história. De certa forma, é como se nós deixássemos de ser "trouxas" e ingressássemos em Hogwarts junto com Harry, Rony e Hermione. Acompanhamos os momentos de solidão de Harry: órfão, com uma família trouxa que o odeia além de ser discrimado pela sua história e por suas fraquezas.

(Ema Watson, Ruppert Grin e Daniel Hadclife, atores que interpretam
os personagens Hermione Granger, Rony Weasley e Harry Potter.)

Muitos adultos procuram nesses livros uma mágica que resolva os problemas do mundo real. Já o encantamento do público infantil e adolescente é fácil de entender afinal, qual criança não gostaria de ir para uma escola incrível como aquela onde tudo pode acontecer? Numa época tão conturbada como a que vivemos atualmente, pegar o Expresso de Hogwarts não seria nada mal.
Agora, se vc nunca leu nem nunca assitiu a nenhum dos filmes, certamente não vai entender nada ao ouvir palavras como Quadribol, Lufa-Lufa, Sonserina, Hogsmeade, Godrick's Hollow, Gringotes ou Horcrux. Mas se vc é fã, como eu, essas palavras devem fazer parte do seu dia-a-dia.
Portanto... 200 pontos para a Grifinória!!!!




[ Baseei meu texto numa crônica que analisa uma das grandes questões levantadas tanto por aqueles que gostam quanto por aqueles que não gostam da obra escrita por J. K. Rowling: "Harry Potter e a Literariedade", escrita por Maik Wanderson, estudante de Literatura de Língua Inglesa. ]
Site: "Potterish.com"




>>> listening .......... little star//madonna

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