quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Ando muito Potteriana ultimamente. Aliás, muito mesmo. Só penso nisso! Estou lendo desesperadamente o último livro: "Harry Potter e as Relíquias da Morte" (Harry Potter and the Deathly Hallows), de J. K. Rollinwg. Maravilhoso. Mas é uma leitura pesada, complexa. Muitas vezes volto e releio um ou outro parágrafo. As idéias se misturam, o enredo se enrola em fatos do primeiro livro e principalmente do segundo - A Câmara Secreta. Detalhes que passaram despercebidos agora voltam e fazem tamanha revolução na última trama da saga do garoto Harry Potter.
Sempre gostei de histórias de magia, bruxas e varinhas mágicas. Quando descobri Harry Potter, se abriram pra mim as portas desse mundo e entrei de cabeça. Primeiro foram os filmes, assisti no mesmo dia "HP e a Pedra Filosofal" e "HP e a Câmara Secreta". Me apaixonei pelo enredo, pela história, pelos personagens, cenário, tudo! Depois vieram os livros... nossa! Que delícia poder ler aquelas palavras contando e descrevendo detalhadamente cada pedacinho da história que vai se construindo aos poucos.

(cena de HP e a Câmara Secreta)

Mas o que esses livros têm de especial para encantar tamanha legião de fãs? O enredo do primeiro livro é super simples: Harry, um garoto de onze anos, era maltratado pelos tios que o criaram desde bebê, pois seus pais teriam morrido em um acidente de carro; então um dia ele descobre que é um bruxo e, como tal, deve ser educado na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts para aprender a dominar suas habilidades especiais. Mas ele não é apenas um bruxo, é o mais famoso bruxo do mundo, por ser a única pessoa que sobreviveu a um ataque do cruel Lord Voldemort, que matou os pais de Harry mas perdeu seus poderes e sua forma física ao tentar assassinar o garoto. A partir daí, inicia-se uma saga que acaba de se completar com o lançamento do sétimo e último volume.
Assim, o jovem Harry e seus amigos lutam para impedir que o Lord das Trevas (ou "Aquele-que-não-deve-ser-nomeado", ou "Você-Sabe-Quem", "Voldemort" ou simplesmente Tom Riddle - muitas facetas do mesmo ser) retome o poder, ao mesmo tempo em que crescem e enfrentem problemas comuns à grande maioria das crianças e adolescentes ao redor do mundo. Isso possibilita a identificação dos leitores com os personagens, que não ficam dando uma de heróis o tempo todo. Harry, por exemplo, consegue derrotar um dragão feroz, mas não tem a mínima capacidade de convidar uma garota para o baile de inverno.

(Lord Voldemort: aquele que não deve ser nomeado)

É essa a grande magia de toda a história, que se repete nos filmes. Ver os personagens se desenvolvendo junto com a trama e acompanhar tornando-se íntimo desse mundo paralelo conhecendo novos personagens, lugares e criaturas. Nos livros há referências a lendas do mundo real, como a Pedra Filosofal fabricada por Nicolau Flamel - que acabou se tornando personagem na história. De certa forma, é como se nós deixássemos de ser "trouxas" e ingressássemos em Hogwarts junto com Harry, Rony e Hermione. Acompanhamos os momentos de solidão de Harry: órfão, com uma família trouxa que o odeia além de ser discrimado pela sua história e por suas fraquezas.

(Ema Watson, Ruppert Grin e Daniel Hadclife, atores que interpretam
os personagens Hermione Granger, Rony Weasley e Harry Potter.)

Muitos adultos procuram nesses livros uma mágica que resolva os problemas do mundo real. Já o encantamento do público infantil e adolescente é fácil de entender afinal, qual criança não gostaria de ir para uma escola incrível como aquela onde tudo pode acontecer? Numa época tão conturbada como a que vivemos atualmente, pegar o Expresso de Hogwarts não seria nada mal.
Agora, se vc nunca leu nem nunca assitiu a nenhum dos filmes, certamente não vai entender nada ao ouvir palavras como Quadribol, Lufa-Lufa, Sonserina, Hogsmeade, Godrick's Hollow, Gringotes ou Horcrux. Mas se vc é fã, como eu, essas palavras devem fazer parte do seu dia-a-dia.
Portanto... 200 pontos para a Grifinória!!!!




[ Baseei meu texto numa crônica que analisa uma das grandes questões levantadas tanto por aqueles que gostam quanto por aqueles que não gostam da obra escrita por J. K. Rowling: "Harry Potter e a Literariedade", escrita por Maik Wanderson, estudante de Literatura de Língua Inglesa. ]
Site: "Potterish.com"




>>> listening .......... little star//madonna

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Thaís disse...

Ei Cíntia querida do meu coração!!! tenho mt sds de vc!!! até pq tenho sds daquele tempo da minha vida, que mesmo por um tempo curto, significou mt prá mim!!!

Adorei esse seu post.. mas eu ainda tenho um pé atrás com o Harry Potter.. tô até pensando em ler agora, já que todo mundo fala tão bem... mas sei lá.. eu dormi enquanto via aos filmes...nem vi mt graça.. vou esperar prá ver se consigo ver esse bruxo com outros olhos... e esse seu post foi extremamente esclarecedor.. muito obrigada por me contar do que se trata essa história tão "fascinante" prá uns e desinteressante, prá outros- digo prá mim!-.. Ahh vc ´já leu A menina que roubava livros???

é lindo!!! perfeito!!!

um monte de bjuss prá vc

Clark Baggins disse...

Ameeeeeeeeeeeeeeei esse post.Nós adoramos o assunto e a qualidade do texto está ótima.

Parabéns.

Volto mais vezes.

Beijos.

Clark Baggins disse...

Ameeeeeeeeeeeeeeei esse post.Nós adoramos o assunto e a qualidade do texto está ótima.

Parabéns.

Volto mais vezes.

Beijos.

Dani disse...

Oi Cinthia e ai amore como vc está?? Eu estou indo vc sabe que devido a falta de net já li dois livros que estavam ali pedindo pra que eu terminasse os e agora estou me deliciando com Harry Potter . bom Natal e feliz 2008 beijão Dani seus post sempre maravilhosos beijos Dani

Giovana Damaceno disse...

Tá arrasando!

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