sexta-feira, 11 de abril de 2025

O dia em que conheci Celso Blues Boy (e quase desmaiei)


Tenho um amigo, o Edinho… e irmão de alma do Celso. Eles eram daqueles parceiros de infância que o tempo não separa, só transforma em lenda. E sempre que o Celso vinha tocar em Volta Redonda ou pelas redondezas, lá estava o Edinho, fiel como fã e amigo, firme no rolê.

Nos encontros de moto de VR, era batata: Edinho aparecia todo garboso, nos tempos do lendário Hamilton — presidente do Falcões de Aço Motoclube — montado na sua Harley Davidson invocada, daquelas que roncam mais alto que pensamento ruim. E adivinha quem estava no palco nesse dia, rasgando solos e corações? Ele mesmo, o Celso Blues Boy.

E lá estávamos eu e Edinho, com cerveja na mão e olhos brilhando enquanto o Celso fazia o que sabia de melhor: hipnotizar plateias com sua guitarra e sua voz rouca de poesia e estrada.

Embalada pelo som e pelo álcool, resolvi confessar:  

— Edinho, preciso te contar... sou apaixonada pelo Celso desde criança!  

Contei das tardes em que meu primo Márcio Sibucks dedilhava no violão as músicas do Celso, enquanto a gente cantava “Fumando na Escuridão” como se fosse hino sagrado de uma geração perdida.

Edinho me olhou, com aquele sorrisinho de quem vai aprontar:  

— Ô, Cíntia... quer conhecer o Celso?

Eu congelei.  

— Como assim, Edinho? Tá falando sério?  

Mas o Edinho já estava pra lá de Bagdá, bêbado de cerveja e nostalgia, naquele jeito dele de quem parece que tá zoando... mas às vezes não tá.

Fim do show. Ele me puxa pela mão e diz:  

— Vem. Vamos lá conhecer o Celso.

Achei que era zueira. Que era mais uma do Edinho.  

— Tem certeza disso? — perguntei, ainda tentando entender aonde aquilo ia dar.  

— Só vem, Cíntia.

E fui. Fomos. Nos embrenhamos pelos bastidores da Ilha São João, passando por seguranças, staff, gente indo e vindo, até que ali estava ele: Celso. Sentado numa poltrona, exausto, derretendo de suor, segurando uma cerveja como quem segura um troféu.

Edinho largou minha mão e foi até ele. Parou. Cruzou os braços e ficou só olhando.

Celso levantou devagar, como quem acorda de um sonho, arrastou os pés e soltou um berro:  

— SEU FILHO DA PUTA!!! ACHEI QUE VOCÊ NÃO IA APARECER!!!

Abraço de urso. De alma. De quem sobreviveu a tudo, menos à saudade. Eles se agarraram, se xingaram, riram com os olhos marejados, enquanto eu só observava — paralisada, sem saber onde colocar as mãos, o corpo ou o coração.

Então Edinho se lembrou de mim:  

— Ô Celso, trouxe alguém pra te conhecer. Essa aqui é a Cíntia. Locutora da melhor rádio de rock do Sul Fluminense. Sua fã.

Celso me olhou, pegou meu rosto com aquelas mãos quentes, olhar manso:  

— Cíntia? Nome de uma das minhas sobrinhas. Que prazer te conhecer, Cíntia. Vamos beber?

Me abraçou de lado, com o braço em torno do meu pescoço, a mão pendendo no meu ombro, apontou pra mesa cheia de petiscos, frutas, cerveja no freezer:  

— Sirvam-se! Hoje esse camarim é de vocês!

Ficamos ali. Bebendo, conversando, rindo. Ele contando os perrengues do show — retorno ruim, corda arrebentada — e a gente jurando que nem tinha notado. Falamos de rádio, de estrada, do passado. Ele e Edinho relembraram noites épicas no Circo Voador, sucessos dos anos 80, histórias que não cabem em setlist nenhum.

Saí de lá meio tonta. Pela cerveja? Talvez. Mas muito mais pela emoção.  

Foi tudo tão surreal que até hoje, sem uma foto sequer pra provar, o que me resta é escrever. Registrar com palavras o que o coração viveu. Pretendo publicar esse texto no meu blog, parado há tempo demais — porque essa lembrança não pode ficar guardada só em mim.

Saudades, Celso.  

Saudades também do Edinho, que hoje está doentinho, sendo cuidado com carinho numa casa de repouso em Barra Mansa.

As melhores lembranças a gente não posta. A gente carrega.  

No peito.  

Pra sempre.


(Vou achar uma foto nossa pra colocar aqui, minha com o Edinho)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Exposições de arte incríveis para conferir em São Paulo

O que não falta em São Paulo é cultura!

A cidade tem sempre alguma mostra interessante rolando.
Se vc está na cidade aproveite!

  • Nelson Leirner: Parque de Diversões

Esta exposição celebra a trajetória do artista Nelson Leirner com mais de 70 obras. Entre esculturas, colagens e pinturas, você poderá refletir sobre a banalização da arte, a fusão entre o popular e o erudito, cultura de massas e consumismo.

🗓️ Até 23/02
🎟 Gratuito
📍 Caixa Cultural



  • re_CURSOS – Valter Nu

As esculturas feitas de resíduos eletrônicos promovem uma reflexão sobre consumo, memória e sustentabilidade. Nesta mostra, cabos, fios e teclados se tornam protagonistas de uma jornada pela ressignificação do obsoleto.

🗓️ Até 29/03
🎟 Gratuito
📍 Casa de Metal



  • Eu, Ayrton Senna da Silva – 30 Anos

Confira o legado de Ayrton Senna nesta mostra interativa e tecnológica narrada sob a perspectiva do próprio piloto que, por meio de ferramentas como modelagem 3D e inteligência artificial, recriam momentos marcantes da carreira do ídolo do automobilismo.

🗓️ Até 16/03
🎟 A partir de R$ 25
📍 Shopping Lar Center



  • Artistas do Vestir: Uma Costura dos Afetos

Com mais de 80 peças de mais de 70 artistas, a mostra explora a linguagem plural da moda. Dividida em três eixos temáticos: Ancestralidades, Contemporaneidades e Fazeres Contínuos, temas como arte, política e identidade são debatidos por meio das peças.

🗓️ Até 23/02
🎟 Gratuito
📍Itaú Cultural



  • Marvel – O Poder é Nosso

Jovens artistas negros, indígenas e LGBTQIAP+ apresentam suas releituras de personagens negros da Marvel. Assim, fortalecendo o poder da representatividade nas artes. Além disso, a exposição ainda traz uma música trap inédita e com videoclipe gravado em Heliópolis chamada “Poder É Nosso“.

🗓️ Até 28/02
🎟 Gratuito
📍Largo Páteo do Colégio, 148 – Centro Histórico de São Paulo



  • Vida em Literatura de Cordel

Esta exposição celebra a rica tradição da literatura de cordel, unindo poesias transformadoras e xilogravuras vibrantes. A mostra apresenta narrativas épicas e cotidianas de personalidades como Ailton Krenak e Cleone Santos, além de revelar relatos inéditos de figuras marcantes da região da Luz, destacando o impacto cultural e histórico dessa arte popular.

📅 Até 28/02
🎟  Gratuito
📍 Museu da Língua Portuguesa



  • Eu mesmo, Carnaval

Como um bom folião, Mário de Andrade era apaixonado pelo Carnaval, mas também aproveitava a data festiva para pesquisar a festa popular. Assim, esta mostra reúne fantasias originais de desfiles, fotos do poeta e muito mais.

🗓️ Até 02/05
🎟 Gratuito
📍Casa Mário de Andrade


👉 Confira aqui todas as exposições!


segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Grandes Pintores | Piet Mondrian


Hoje apresento pra vcs um pintor genial que nos influencia até hoje, com suas cores, formas e linhas.

Pieter Cornelis Mondrian, mais conhecido como Piet Mondrian, foi um pintor Holandês modernista. Nascido em ambiente rural com clima de fazenda e sítio, Mondrian vem de uma família calvinista extremamente religiosa. O pai, um pastor puritano, deseja que o filho siga a carreira clerical. Assim, a religião marca o jovem Piet e o sentimento metafísico que iria permear sua obra durante toda a vida, em maior ou menor grau.

Tem um tio que trabalha com pintura e por isso acaba se interessando pela carreira artística, mas a família com visão ortodoxa ve na arte um caminho para o pecado (!!!!). Então, Piet decide dar aulas e assim Vê a possibilidade da resolução ao seu dilema: promete ao pai estudar artes para se tornar professor.

O tempo passa e Mondrian sente-se insatisfeito com o magistério, surge a necessidade de se libertar e se estabelecer como pintor, mas tem medo de enfrentar ao pai e a si mesmo - tamanho o peso de sua formação religiosa. Quando entra em contato com a teosofia, acaba encontrando uma resolução para o problema: a doutrina pregava o trilhar de um caminho evolutivo pessoal e a arte se encaixava neste caminho. O contato com a teosofia se manifesta no trabalho de Mondrian e marca sua vida profundamente daí pra frente.

Piet Mondrian começa sua carreira como caminhoneiro ao mesmo tempo que ia praticando a sua pintura. A maior parte do seu trabalho deste período é influenciada pelo naturalismo ou impressionismo. No museu Gemeente, em Haia, estão expostos vários trabalhos deste período, incluindo exemplares pós-impressionistas tais como "O Moinho Vermelho" e "Árvores ao andar".

Moinho Vermelho
A Árvore Vermelha - 1908
A obra acima, "A Árvore Vermelha" (1908), pertence a uma série de pinturas de árvores. A cor vermelha do tronco, o violeta e o vermelho dos ramos, o azul do fundo, permitiu que Mondrian para criasse uma sensação de espaço sem usar os elementos tradicionais da perspectiva. Ele posicionou o tema no centro da pintura e usado apenas duas ou três graduações de cores nas superfícies de grandes dimensões.

Após entrar em contato com a teosofia, Mondrian passa por um breve período simbolista, que será fundamental para que o artista atinja a fase da abstração. Este período costuma-se confundir com a radical abstração que caracterizaria o resto de sua obra. Mondrian também exibe um interesse quase obsessivo pelo jazz – pela identificação de sua alegria contagiante com o ritmo irregular que possui também um fundamento matemático.

Grey Tree - 1912
Stilleben Mit dem Ingwertopf - 1912
Em 1911, visita uma exposição cubista em Amsterdã que o marca profundamente e tem grande influência no seu trabalho posterior. Na obra acima, pode-se observar essa influência, onde o tema é apenas um pretexto para a construção de elementos estruturais horizontais e verticais que começam e terminam em linhas curvas, na construção de uma superfície bi-dimensional. A partir de 1917 até a década de 1940 desenvolve sua grande obra neoplástica.

Composition with Grey and Light Brown - 1918
Essa fase de sua obra, a mais popularmente difundida, se caracteriza por pinturas cujas estruturas são definidas por linhas pretas ortogonais, às quais induzem a percepção a ver profundidade na tela. Essas linhas definem espaços que se relacionam de diferentes modos com os limites da pintura, e que podem ou não serem preenchidos com uma cor primária: amarelo, azul e vermelho, decisão que mostra sua estreita relação com as teorias estéticas da Bauhaus e da Escola de Ulm, e que definem pesos visuais diferentes para esses espaços. O blocos de cor, pintados de modo fosco e distribuidos assimetricamente, reforçam a ideia de um movimento superficial que se estende perpetuamente, indicando que o pintor investia na percepção de sua obra como uma abstração materialista e sem profundidade, criticando a pintura histórica enquanto produzia uma abstração racionalista, espiritualista e sobretudo concreta do mundo.

Composition II in Red, Blue and Yellow - 1930

Composition with Yellow, Blue and Red - 1937
Composition 10 - 1939

Sua obra, muitas vezes copiada, continua a inspirar a arte, o design, a moda e a publicidade que a apropriam como design, sem necessariamente levar em conta sua fundamental e filosófica recusa à imagem.

O seu quadro "Broadway Boogie Woogie", que pode ser visto no Museu de Arte Moderna de São Francisco, pertence à fase posterior ao Neoplasticismo, quando Mondrian se liberta das regras que ele próprio se impôs.

Broadway Boogie Woogie - 1942

Com esta tela grande, Mondrian representa o movimento numa ordem geométrica pulsante. Esta ordem cria uma estrutura espacial com linhas amarelas que são interrompidas pelo o azul, o vermelho, o cinza. Eles dão a impressão de um vapt-vupt rítmico, que mostra o momento vivido nos bairros da "Boogie Woogie" jazz  em NY- que dá nome à pintura. Vermelho, azul, amarelo e superfícies são adicionados à pintura, chegando ao ponto em que ele consegue um equilíbrio total sem o uso de cor preta.

Muitos artistas deram novas representações ao real, mas Mondrian foi além. Ele formulou suas próprias teorias estéticas.

Em suas últimas composições, Mondrian evita qualquer sugestão de reprodução do mundo material, usando linhas pretas verticais e horizontais que delimitam blocos de puro branco, vermelho, amarelo ou azul. Exprime uma concepção, que revelou ser um expoente elevado de harmonia e de beleza.

Nesta procura constante pela harmonia e e pela beleza, Piet Mondrian a encontra a matemática. Ele descobre o famoso número de ouro e com ele chega ao retângulo de ouro. Partilha com Da Vinci a ideia de que a arte deveria ser sinônimo de beleza e movimento contínuo, por isso ambos utilizam o retângulo de ouro. A razão de ouro exprime movimento, pois se  mantém em espiral até ao infinito, e o retângulo de ouro exprime a beleza, pois é uma forma geométrica agradável à vista. Assim, o retângulo de ouro passou a ser presença constante nas suas pinturas.

New York City I - 1942

Piet Mondrian morreu de pneumonia, em fevereiro de 1944 em Nova York. A sua última obra, “Victory Boogie-Woogie”, foi deixada incompleta.





Fonte:
Wikipédia
Site Oficial do Artista
Universidade de Lisboa / Piet Mondrian
Mondrian Chronos

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Tudo Começa num Ponto

Exposição que mostra arte moderna russa de Wassily Kandinsky chega ao Brasil intitulada "Tudo Começa num Ponto".
Mostra chega à Brasília e vai passar ainda por outras três capitais em 2015.
Por: O Globo / Revista Exame


O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro inaugurou a exposição Kandinsky: Tudo Começa num Ponto. A mostra - que já esteve em Brasília e ainda vai percorrer mais duas capitais brasileiras - traz pela primeira vez ao país mais de uma centena de obras e objetos do artista, além de trabalhos de contemporâneos sob suas influências.

Considerado o criador da pintura abstrata, o russo Wassily Kandinsky (1866-1944) teve no impressionismo o seu despertar para a arte. Foi o impacto causado por uma exposição em Moscou, de Claude Monet e outros franceses, em 1895, um dos fatores que levaram o então jovem advogado Wassily a dar uma guinada radical na sua vida. O outro foi ter assistido, no Teatro Bolshoi, a uma apresentação da ópera Lohengrin, de Richard Wagner.

O acervo trazido ao Brasil tem como base a coleção do Museu Estatal Russo, de São Petersburgo, enriquecido com obras de sete museus russos e de colecionadores particulares da Alemanha, Áustria, Inglaterra e França. As referências culturais e espirituais que contribuíram para a transformação artística do pintor, como a arte popular do norte da Sibéria e os rituais xamânicos, também ganham destaque na mostra.
 
“Diferentemente de outras exposições sobre Kandinsky, apresentadas pelo mundo, esta tem a característica de se centrar no surgimento dele como artista e de mostrar o período que vai desde o final do século 19 até às primeiras décadas do século 20”, explica o idealizador e diretor-geral da mostra, Rodolfo de Athayde. “É o período em que Kandinsky passa por um processo de evolução que o leva de um pintor representativo comum até a criação e consolidação da ideia da abstração”, acrescenta.

Os curadores, Evgenia Petrova (também diretora do Museu de São Petersburgo) e Joseph Kiblitsky, organizaram a exposição em cinco blocos. Os segmentos retratam as raízes da obra em relação à cultura popular e o folclore; o universo espiritual do xamanismo no Norte da Rússia; a primeira temporada de Kandinsky na Alemanha e sua experiência com o grupo Der Blaue Reiter (O cavaleiro azul); o diálogo do artista com a música, por meio de sua amizade com o compositor Schonberg e os caminhos abertos pela abstração.

“A exposição, portanto, cobre a etapa que consideramos, do ponto de vista criativo, a mais inquietante e produtiva do artista, que vai até 1922, quando ele parte para o exílio, primeiramente na Alemanha, depois na França”, enfatiza Athayde.

Ausentes dos acervos dos museus brasileiros, as telas de Kandinsky são conhecidas por quem já teve a oportunidade de visitar o Centre Pompidou, em Paris, ou o Guggenheim Museum e o Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova York. As obras expostas nessas três instituições são em grande parte das décadas finais do artista, quando vivia afastado da Rússia natal, o que não ocorre na mostra que percorre os CCBBs.


“São obras raramente vistas no mundo ocidental, dispersas em acervos de museus russos, alguns muito distantes dos outros, e obras de coleções particulares que não são comuns de serem expostas. É um acervo único que, provavelmente, nunca mais voltará a estar junto como fizemos aqui”, frisa o idealizador da exposição.

Kandinsky chegou a colaborar com o governo revolucionário russo, de 1918 a 1921. No entanto, a imposição do realismo socialista como estética oficial do regime fez com que ele deixasse de vez o país, e por muitos anos suas obras foram banidas dos museus da então União Soviética.

Na Alemanha, ele participou da Bauhaus, escola vanguardista de artes plásticas, arquitetura e design que acabou sendo fechada com a ascensão de Adolf Hitler. Incluído pelos nazistas na lista dos artistas considerados “degenerados”, ele partiu para o seu derradeiro exílio, em Paris, onde viveu até a morte, em 1944.

De acordo com Athayde, a experiência adquirida em outras exposições que ele vivenciou no circuito do CCBB, como Virada Russa (2009) e Arte do Islã (2010), ajudou na logística de trazer as obras de Kandinsky para o Brasil. “É um acervo caro, que tem que ser trabalhado com muito cuidado. A negociação levou tempo, mas conseguimos que esse acervo permaneça um ano itinerando pelo Brasil. Isto é uma coisa pouco comum em empréstimos de obras. Os museus raramente permitem que suas obras fiquem mais de seis meses fora dos locais de origem”, destaca.

Do Rio, a exposição irá para o CCBB de Belo Horizonte, para visitação pública de 15 de abril a 22 de junho. De lá seguirá para São Paulo, com visitação agendade entre 19 de julho a 28 de setembro. A visitação no CCBB do Rio é de quarta-feira a segunda, das 9h às 21h, com entrada grátis.



Maiores informações neste LINK.

Expo | Como pigmentar com elementos naturais – de Antonio Geraldo



A Prefeitura de Barra Mansa, através da Fundação de Cultura, convida para a abertura da Exposição Como pigmentar com elementos naturais – de Antonio Geraldo no Centro de Cultura Estação das Artes dia 10 de abril de 2015 sexta feira às 20h .

Serão apresentados desenhos, pinturas, objetos, vídeos e instalações. Variados suportes que recebem materialidades diversas vindas da natureza e criam espaços de beleza e reflexão. A força da natureza que se mostra ora vibrante, ora suave dependendo do olhar incansável do artista.

Vale a pena uma visita!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Leonardo da Vinci no Brasil

 Mostra de Leonardo da Vinci chega ao Brasil e fica até maio na Paulista
Exposição traz reprodução de mais de 40 objetos históricos do artista. Obras ficarão expostas no Centro Cultural Fiesp, na Av. Paulista em SP.
Em: 11/11/2014
Por: G1 São Paulo


A exposição "Leonardo da Vinci, a natureza da invenção" chega ao Brasil e tem sua estreia ao público nesta terça-feira (11), em São Paulo. São mais de 40 objetos reproduzidos a partir de desenhos históricos do artista. O público poderá conferir, gratuitamente, a mostra até o dia 10 de maio de 2015 no Centro Cultural Fiesp, na Avenida Paulista.

 O material faz parte do acervo do Museo Nazionale della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci (MUST), de Milão, na Itália. Os projetos foram produzidos por pesquisadores e engenheiros, em 1952, para a celebração do 'aniversário de 500 anos' de Leonardo da Vinci, que nasceu em 1452.


São máquinas, desenhos, projetos e esboços de da Vinci. A exposição foi feita a partir do método de trabalho do artista. O objetivo, segundo o curador da exposição, é "renovar a percepção sobre sua atuação como engenheiro e pensador, explicando a importância de seu legado no contexto histórico e social da época".

O público vai poder conferir estudos de da Vinci sobre o automóvel, avião, submarino, bicicleta, tanque de guerra e mecanismos do relógio, por exemplo.

Antes do Brasil, a mostra já passou por Paris e Munique e segue para Londres após a exposição na Paulista.


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"Leonardo da Vinci, a Natureza da Invenção"
Onde: Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso - Avenida Paulista, 1.313.
Quando: de 11 de novembro de 2014 a 10 de maio de 2015, das 10h às 20h.
Quanto: Entrada gratuita e com classificação indicativa livre

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Arte em Itapetininga

Exposição de artes plásticas é atração em Itapetininga
Mostra começa nesta 3ª feira (4), às 20h; entrada é gratuita. Evento segue até 14 de novembro com participação de 29 artistas.
Em: 04/11/2014
Por: G1 Itapetininga e região



Uma exposição gratuita de artes plásticas será realizada a partir desta terça-feira (4), às 20h, em Itapetininga (SP). A 1ª Mostra Itapetininga de Arte reunirá obras de 29 artistas de várias partes do Brasil. O evento é desenvolvido na sede social do Clube Venâncio Ayres até 14 de novembro.

Entre os artistas de destaque incluídos na exposição estão Izabel Litieri, Cláudio Souza Pinto e Luiz Cavalli. Eles já participaram de várias mostras no Brasil e no exterior, Izabel, por exemplo, ainda participa neste mês de dois eventos na Itália: a 25ª Exposição de Arte Moderna e Contemporânea, em Padova; e a 1ª Triennale di Arte Sacra, no Palazzo Monte Frumentario, em Assisi.

O horário para visitação do evento de segunda a sábado, das 14h às 19h. O Clube Venâncio Ayres fica localizado na Rua Dr. Júlio Prestes, 752, Centro.




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1ª Mostra Itapetininga de Arte
Onde: Clube Venâncio Ayres - Rua Dr. Júlio Prestes, 752.
Quando: de 4 a 14 de novembro, de segunda a sábado, das 14h às 19h.
Quanto: Gratuita

terça-feira, 28 de outubro de 2014

MOMOVR


UM CONVITE ESPECIAL

RELANÇAMENTO DO LIVRO PUBLICADO PELO UGB:

MOMOVR - A inscrição do Movimento Moderno no patrimônio Arquitetônico e Urbanístico de Volta Redonda

DIA 30/Out
Espaço das Artes Zélia Arbex
Vila Santa Cecília - Volta Redonda - RJ
A partir das 20h

Junto à belísssima exposição 
"RECORTES URBANOS" 
de Juliene de Paula, Fagner Ferreira e Igor Azevedo

Participe!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Expo | Ana Carolina

Super recomendo, uma nova artista começa a desabrochar no sul flumnense!
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Arte-ilustrações compõem mostra aberta a visitas em Barra Mansa, RJ
Exposição 'Ana Carolina' pode ser conferida no Sesc até fim de outubro. Ela reúne imagens de ícones pop e do surrealismo pop, diz organização.

Por: G1 Sul do Rio e Costa Verde
Em: 21/10/14


Arte-ilustrações figurativas — que representam a forma humana, os elementos da natureza ou objetos criados pelo homem — compõem a exposição "Ana Carolina", aberta para visitas no Sesc Barra Mansa, no sul do Rio de Janeiro. A mostra reúne imagens de ícones pop e do surrealismo pop, como a personagem Amélie Poulain, a protagonista excêntrica do longa francês "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain". Os trabalhos podem ser conferidos de graça até o fim do mês.
Confira mais algumas obras!








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Ana Carolina
Quando: até 31 de outubro; visitação de terça-feira a sábado, das 9h às 21h, e aos domingos e feriados, das 9h às 17h
Quanto: entrada gratuita
Onde: Sesc Barra Mansa - Av.Tenente José Eduardo, nº 560, no Ano Bom.


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Poesia em Volta Redonda

É com prazer que convidamos os amigos para o lançamento de dois livros no próximo dia 27 de agosto,a partir das 16h, na Livraria Veredas, no Pontual Shopping, na Vila em Volta Redonda.
 
Inquietude, poesias de Vera Regina Marins
Tecendo a Vida, poesias e crônicas de Eliane de Lacerda
 
Um evento cultural aquecido com a leitura de texto e poesias das autoras para o qual contamos com 
as ilustres presenças dos amigos.
 
 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Expo | Desenhar




A Prefeitura de Barra Mansa, através da Fundação de Cultura, convida para a abertura da Exposição DESENHAR de Flavia Veloso, dia 11 de julho sexta feira às 20h .

Serão apresentados 40 desenhos em pequeno formato e 20 tamanho 3x4, 10 fotografias e o caderno lugar da artista.

Flavia Veloso vive intensamente o desenho.Com grande habilidade cria fragmentos de algo percebido com delicadeza e conhecimento. Sua atmosfera de silencio comove e exige do observador um tempo dedicado a olhar, ver, sentir, pois ela toca, perturba e faz pensar.





quinta-feira, 19 de junho de 2014

Atrevida | Mostra com 300 obras no Rio

Lançar um olhar sobre a história da arte é sempre algo desafiador e novo. Proposta muito interessante, vale a pena conferir!
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Com 110 artistas, mostra no Rio propõe novo olhar sobre história da arte
Exposição ‘artevida’, com curadoria de Rodrigo Moura e Adriano Pedrosa, ocupará quatro espaços na cidade
Por: Audrey Furlaneto para O Globo/Cultura
Em: 17/06/2014


Detalhe da obra “Seven Twists” (1979), da húngara Dóra Maurer - Divulgação

RIO - Ao espalhar 300 obras de arte pelo Rio, os curadores Rodrigo Moura e Adriano Pedrosa têm um projeto ambicioso: “inverter a angulação” da história da arte — leia-se: partir de matrizes brasileiras, e não europeias ou norte-americanas, para buscar conexões com a arte produzida globalmente. O que os dois querem é observar artistas e suas criações a partir de filtros próprios, “fora do eixo”, algo que, dizem eles, ainda não foi feito no país.

Assim, a partir de 27 de junho na Casa França-Brasil, no Parque Lage e na Biblioteca Parque Estadual e de 19 de julho no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, a exposição “artevida” reunirá, até 21 de setembro, 110 artistas — entre brasileiros e nomes sobretudo do Leste Europeu, do Sudeste Asiático, da Índia, da África e do Oriente Médio — não para estabelecer uma tese, mas para propor um exercício: e se observarmos a história da arte a partir do Brasil?

Isto porque, explica Pedrosa, “as narrativas hegemônicas vêm se apropriando das narrativas periféricas”. As vanguardas brasileiras, por exemplo, despertam cada vez mais interesse, mas são lidas a partir de referências eurocêntricas, do construtivismo ou do minimalismo.

Nas grandes exposições internacionais dos últimos 15 anos, segue o curador, houve montagens como “Global minimalism”, “Global pop” ou “Global conceptualism”, mostras organizadas nos Estados Unidos e na Europa para observar o minimalismo, as artes pop ou conceitual.

— Essas são as rubricas deles (dos europeus e dos norte-americanos). Eles não vão fazer “Global dictatorship” (referindo-se à ditadura), “Global violence” (tratando da violência) ou “Global censorship” (sobre a censura). Isso nós é que temos de fazer. Então, nossa política é muito no sentido de olhar para essas relações: a relação da ditadura, da opressão, da censura e da margem. O que temos em comum com o Sudeste Asiático, com a Índia, com o Leste Europeu? (A resposta) Passa muito por esses temas de eleições, censura, violência, racismo, feminismo — afirma Pedrosa.

O curador foi convidado para o projeto pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio, em 2011, quando assinava a 12ª Bienal de Istambul. À época, a secretaria lhe informou sobre a intenção de fazer uma grande exposição no Rio envolvendo equipamentos do Estado. Após aceitar a proposta, Pedrosa convidou Rodrigo Moura, diretor de programas artísticos e culturais do Instituto Inhotim, em Minas, para dividir com ele a tarefa. Ambos têm o perfil de circular “fora do eixo” e pesquisar artistas na África, no Leste Europeu ou no Oriente Médio, a fim de sair dos nomes óbvios. Outros pesquisadores de arte, afirma a dupla, pouco conhecem ou mesmo desconhecem os nomes convidados para “artevida”. Há artistas do Líbano, do Paquistão, da Turquia, da Hungria, do Japão, da Argentina, do Peru, da Alemanha, entre outros países.

— É claro que tem (artista) americano e europeu ocidental, mas a exposição tem foco em América Latina, em mundo árabe, Ásia, um pouco de África e também em artistas mulheres. Existe esse foco deliberadamente. Como estamos tentando propor outras hipóteses, outras narrativas, também estamos evitando os grandes nomes mais canônicos — explica Pedrosa.

Rodrigo Moura explica que a mostra não ignora o minimalismo ou o abstracionismo geométrico, por exemplo. Mas, se esses movimentos são tradicionalmente vistos como “supressão da vida, assepsia e limpeza”, nas palavras de Moura, serão tratados na exposição a partir da ideia de vida, por meio de elementos como “tecido, trama ou linhas orgânicas”. A ideia é explorar as vanguardas brasileiras dos anos 1960, 1970 e 1980 — que se desenvolviam com ênfase no Rio, com Lygia Clark e Hélio Oiticica — e conectá-las a outras produções do Hemisfério Sul.

Assim, o trabalho que a alemã Annegret Soltau fazia nos anos 1970, cobrindo o próprio rosto com um emaranhado de linhas, relaciona-se com obras que a italiana radicada em São Paulo Anna Maria Mailiono criava, com barbantes, no mesmo período. Ambas as artistas terão obras na Casa França-Brasil, onde fica o segmento denominado pelos curadores como “artevida (corpo)”. Estarão lá também experiências com a articulação dos planos, feita por Lygia Clark com os “Bichos”, e por artistas como Mathias Goeritz (1915-1990), alemão que viveu no México e criou esculturas com dobradiças, bem como Clark.

Nessa linha curatorial, há trabalhos de artistas brasileiros notórios por abordar a política em suas produções (nomes como Cildo Meireles, Carlos Zílio e Artur Barrio, entre outros). As obras deles se relacionam com outras como, por exemplo, “Painting for poster — 1977 First of May (In that bloody celebration 36 people lost their lives with gun fire from the police)”, da artista turca Gülsün Karamustafa, que costuma tratar de imigração, exílio e deslocamentos.

Para Pedrosa, a possibilidade de reunir tal produção cabe ao Brasil, “país com sistema de arte com maiores recursos e mais desenvolvido dessa região (fora do eixo da Europa e dos Estados Unidos)”.

— Não existe uma cena de arte com instituições e recursos tão desenvolvidos como a nossa no mundo Sul global. Não há (tal cena) na África do Sul, na Índia, em outro país da América Latina. Esse é um papel que tínhamos que assumir, porque nós temos os recursos e as instituições — diz o curador. — É preciso ter o desejo, e não apenas ficar fazendo exposições dos grandes mestres modernos europeus, como com frequência a gente vê. Isso é importante também, mas é importante fazer pensar que nós temos conexões com a África, com o Oriente Médio, e que ninguém nem sabe.

MAIS DOIS SEGMENTOS

Na Biblioteca Parque Estadual, na Avenida Presidente Vargas, a mostra se desdobra em “artevida (arquivo)” e tem cocuradoria de Cristiana Tejo. Lá, será exposta parte dos arquivos de Paulo Bruscky (com abertura em 27 de junho) e de Graciela Carnevale (a partir de 19 de julho), membro do Grupo de Arte de Vanguardia de Rosário, na Argentina.

De Bruscky, artista que vive em Recife — onde guarda cerca de 70 mil documentos, entre livros de artista, arte postal, revistas, convites de mostras etc. — virá ao Rio uma seleção de 400 itens, a serem expostos em vitrines temáticas distribuídas pela Biblioteca Parque Estadual.

A Escola de Artes Visuais do Parque Lage, por fim, receberá a única obra criada especialmente para a exposição — o artista do Benim Georges Adéagbo, que já participou da Bienal de São Paulo (em 1998), prepara uma obra para as Cavalariças do Parque Lage (a abertura será em 19 de julho).

Também estarão no parque obras da japonesa Tsuruko Yamazaki, do grupo Gutai, e da brasileira Martha Araújo (estas duas com inauguração em 27 de junho).

Os gastos do orçamento da exposição (de ao todo R$ 4 milhões), conta Pedrosa, foram concentrados no transporte das obras — na maioria dos casos, os trabalhos foram negociados diretamente pelos curadores com seus autores e vêm de 23 países rumo ao Brasil.

— A ideia é justamente ampliar o repertório das pessoas. Trabalhamos com perspectiva de outras latitudes e, forçosamente, vamos trazer artistas menos conhecidos. Essa é a graça — diz Rodrigo Moura.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Dalí no CCBB

 
Pinturas, gravuras, documentos, fotografias e ilustrações vindas das principais instituições colecionadoras do artista.
 
Não deixe de visitar a biblioteca, no 5º andar. Tem uma exposição com várias publicações de Salvador Dalí. E muita curiosidade sobre este artista surreal!

No CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, de 30 de maio a 22 de setembro. Entrada franca, de Qua a Seg, das 9h às 21h.



quarta-feira, 4 de junho de 2014

Expo | A Cor que Desenha



O Centro de Cultura Estação das Artes juntamente com a Prefeitura de Barra Mansa, através da Fundação de Cultura, convidam para a abertura da Exposição A cor que desenha de Luciana Neves de Souza, dia 06 de junho sexta feira às 20h .

A exposição é composta por 45 desenhos produzidos com lápis de cor e giz pastel sobre cartão. Luciana apresenta para a cidade onde nasceu, vive e trabalha, o resultado da mistura de cores que criaram formas, texturas, relevos... desenho.

Criando paisagens, lugares, atmosferas, ela segue fazendo o que mais gosta. Sem se prender a técnicas ou modelos ela coloca no papel a simplicidade e a luz que percebe no mundo, nas pessoas, nos seus sonhos e no universo.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Lançamento do livro "No Japão, na Coreia e em uma cidade que nem está no mapa" em Volta Redonda



Entrando em clima de copa do mundo, no próximo sábado acontece o lançamento do livro "No Japão, na Coreia e em uma cidade que nem está no mapa" do psicólogo, nascido em Volta Redonda - RJ, Luciano Canavez.

O livro conta a história de um sujeito que é completamente apaixonado por futebol. Não perde um jogo, e gosta de fazer apostas. Copa do Mundo para ele é o principal evento. Ele aguarda ansiosamente para um novo mundial. Acontece que ele tem que fazer uma viagem, justamente durante a Copa do Mundo de 2002, para uma cidade no interior do Brasil que nem está no mapa.

Há um mistério nessa cidade envolvendo pessoas que para lá foram e nunca mais saíram e pessoas que foram embora e nunca mais voltaram. E porque todos os moradores desta cidade, que nem está no mapa, sabem dos resultados dos jogos antes mesmo destes acontecerem?


Além de falar sobre a última Copa em que o Brasil foi campeão, o livro presta uma homenagem as outras Copas, lembrando de jogos, fatos e personagens, o que certamente trará lembranças aos leitores. Quem não se lembra da eliminação do Brasil para a Itália em 1982 e os gols do Paolo Rossi. Ou, o pênalti de Roberto Baggio em 1994. Ou, mais recentemente da final com a Alemanha em 2002. Podemos até não nos recordar de todo o jogo, mas certamente guardamos o lugar que estávamos, as pessoas com quem compartilhamos e até a emoção que sentimos.

A história prende a atenção do leitor do início ao fim, pois fala de um assunto que faz parte da vida dos brasileiros que é o futebol. Seu grande trunfo é trazer um tema rico em nossa cultura sob a forma de ficção. Apesar do Brasil possuir muitas publicações sobre futebol, poucas exploram essa paixão através da ficção.

O livro, o primeiro editado pela Anagrama também de Volta Redonda, tem 300 páginas e pode ser encontrado na Livraria Veredas e no Mercado Livre, na Internet.

Aos que quiserem publicar um livro, pela editora, basta entrar em contato pelo e-mail: anagramaeditora@gmail.com.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Lego e arte

Defendendo a ideia de que “Com Lego toda criança é um artista”, o diretor de arte Marco Sodano da agência Geometry de Hong Kong, criou uma série de anúncios onde os maiores quadros da pintura mundial são recriados com as peças de plástico mais famosas do mundo. Entre eles, Leonardo da Vinci e Vincent Van Gogh.

Via: Follow the Colours

Vincent Van Gogh - "Autorretrato"


 René Magritte - "O Filho do Homem"


Johannes Vermeer - "Moça com Brinco de Pérola"


 Leonardo Da Vinci - "Monalisa"


 Grant Wood - "American Gothic"

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