segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cavalete Parade


Muito boa a campanha "Cavalete Parade". A ideia é “pegar emprestado” um cavalete de político “em situação irregular” e fazer uma intervenção artística por cima.

Como a cidade se enche de lixo visual em épócas de eleições, o diretor de arte Victor Britto, 24, e o ilustrador Marco Furtado, 28, de São Paulo, tiveram a ideia pros cavaletes dos políticos que ficam em local inapropriado e fora da lei. Criaram a "Cavalete Parade": uma manifestação que propõe transformar cavaletes de candidatos em arte urbana.


A ideia é “pegar emprestado” um cavalete “em situação irregular” e fazer uma intervenção artística por cima, cobrindo nome, rosto, número. Isso mesmo! Personalizar, acabar com a propaganda do político.

No dia 29 de setembro, várias cidades reunirão os cavaletes em um determinado local para exposição dos resultados.



Para participar, é simples:

1. Pegue um Cavalete de Político, que se encontra em situação irregular, emprestado.

2. Faça uma intervenção por cima. Cubra tudo, nome e número do candidato. O candidato que reinvidicar posse do cavalete estará, por sua vez, criando provas contra si mesmo.

3. No dia 29 de setembro, 13h rola a exposição: traga o seu cavalete para os pontos indicados na página do Cavalete Parade: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Salvador são algumas das cidades onde o evento acontece.



Vale lembrar que é importante pegar somente os cavaletes que infrinjam a legislação eleitoral, “atrapalhando o ir e vir das pessoas ou que comprometam a segurança delas”. Veja a lei aqui.
O projeto, segundo o organizador, tem como proposta chamar atenção para a má fiscalização, conscientizar os candidatos das leis que eles deveriam cumprir e refletir sobre o uso desse tipo de plataforma para atrair os eleitores. Quanto à fiscalização, vamos ficar de olho. O que podemos fazer é ao menos tornar a cidade mais colorida!


Via: Follow the Colours

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Natureza morta? Não. Viva!


A natureza morta nunca esteve tão viva. O projeto "Interactive Still Life", criado por Scott Garner, é uma galeria interativa que dá vida aos quadros que possuem natureza morta. Basta você mudar o quadro de posição e tudo vai se mexer com o movimento.


Isso me lembrou muito os quadros vivos de Hogwarts, da série Harry Potter! Quem ai se lembra?
Para a obra funcionar, foi usada uma tela de televisão com um sensor da Phidgets conectado a um software 3D. Veja um video com a obra em ação aqui.

Via: Gogo Job - on facebook 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ah, Dona Cecília!

Um infeliz acontecimento acabou se transformando num viral de internet com fanpage no Facebook e tudo o mais.


Tudo começou quando uma senhora da cidade espanhola de Borjas, decidiu "restaurar" por conta própria o afresco "Ecce Homo” e errou a mão. O afresco é do século XIX, do artista Elías Garcia Martinez, e está num dos muros da igreja do Santuário de Misericórdia de Borja, um patrimônio da cidade que é próxima a Zaragoza.
O dano ao afresco foi descoberto depois que a neta de Martínez fez uma doação ao Centro de Estudos Borjanos, instituição que mantém um arquivo de obras de arte religiosas locais, há duas semanas. Ao receber o dinheiro, o centro enviou funcionários ao Santuário de Misericórdia para dar uma olhadinha na pintura, que, então se descobriu, está totalmente alterada, de acordo com matéria do jornal britânico The Independent.
O Cristo de Borja serviu de inspiração para internautas, que soltaram a imaginação nas versões para a pintura do século XIX. A técnica de restauração de dona Cecília fez escola e tem várias fanpages no facebook com mais de mil "curtidas", e usuários dizem que ela é uma artista incompreendida.





Fonte: O Globo + Veja + Facebook

30ª Bienal de São Paulo - A iminência das poéticas


Com curadoria do venezuelano Luis Pérez-Oramas, curador de arte latino-americana do Museu de Arte Moderna de Nova York, "A iminência das poéticas" (título da exposição) terá aproximadamente 200 obras de cerca de 80 artistas internacionais num espaço de 13 mil m² do Pavilhão da Bienal. 


A exposição está prevista para o período de setembro a dezembro de 2012, com entrada gratuita. O programa educativo vai desenvolver uma extensa agenda de formação para professores na capital e interior do Estado de São Paulo, além de promover visitas guiadas durante a exposição e envolver públicos diversos, com uma comunicação efetiva, trazendo novo sentido para a leitura das obras expostas.



Pérez afirma que tem intenção de usar um filtro brasileiro e latino-americano, já que nas suas palavras, o mundo global só pode ser percebido de uma perspectiva local. O curador, que tem uma licença do museu nova-iorquino para se dedicar ao projeto brasileiro, também será responsável em 2013 pelas mostras itinerantes da 30ª Bienal.

Procurando uma descentralização do pavilhão da bienal, Pérez pensa em chamar artistas que criam obras públicas. Outra mudança é começar a mostra antes do usual (setembro), com um número menor de artistas, em relação ao anterior, que contabilizou 159, e com mais obras pensadas especialmente para o evento.


História
Criada por iniciativa do empresário Francisco Matarazzo Sobrinho, em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma das mais importantes instituições internacionais de promoção da arte contemporânea, e seu impacto no desenvolvimento das artes visuais brasileiras é notadamente reconhecido. A Bienal de Arte, seu mais importante evento, não apenas apresenta aos diferentes públicos a produção de artistas brasileiros e estrangeiros, mas também atrai os olhares do mundo para a arte contemporânea de nosso país. Mais que isso, o evento atua como um periscópio, na medida em que quebra o isolamento de um país cujas condições sócioculturais e dimensões dificultam o contato com essa ampla produção, e promove a insubstituível aproximação com as obras – cujas imagens digitais na tela do computador jamais provocarão o deslumbramento e a revelação do momento íntimo diante da arte.


Após a realização da 6ª Bienal de Artes, a Fundação foi criada para levar adiante a mostra, que até então era promovida, com muito sucesso, pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM-SP. E o pavilhão que a instituição ocupa, até hoje sua casa, só veio a abrigar as exposições Bienais a partir da sua 4ª edição, em 1957. Desde 1951, foram produzidas dezenas Bienais, com a participação de 159 países, mais de 13 mil artistas, cerca de 60 mil obras, e quase 7 milhões de visitantes, tornando possível o contato direto do público brasileiro com as artes visuais, cênicas e gráficas, música, cinema, arquitetura e outras formas de expressão artística de todo o mundo. Em 2012, chegaremos à 30ª Bienal de São Paulo, com uma aura bem-vinda de recomeço.

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Info:
De Setembro a Dezembro de 2012
Marta Delpoio • marta.delpoio@bienal.org.br
Tel.: +55 11 5576 7641
Local: Parque Ibirapuera, Portão 3, Pavilhão Ciccillo Matarazzo
04094-000 – São Paulo-SP – Brasil
Entrada gratuitta

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Expo - Impressionismo: Paris e a Modernidade


Conheça uma das 85 obras do acervo do Museu d’Orsay, que chegam ao CCBB Rio de Janeiro em outubro. A exposição está em cartaz no CCBB São Paulo até o dia 7 de outubro e depois parte para o Rio de Janeiro.
Estou esperando ansiosa, ver essas obras de perto é uma oportunidade rara!

"Impressionismo: Paris e a Modernidade"
CCBB Rio de Janeiro: 22 de outubro/2012 a 13 de janeiro/2013


Pierre-Auguste Renoir - 'Jeunes filles au piano' (1892) 

A obra retrata uma situação comum à época, quando as moças de famílias bem situadas economicamente aprendiam falar francês e tocar piano. Tais habilidades demonstravam a boa educação feminina recebida, bem como caracterizava uma posição social distinta e privilegiada.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

E viva a nossa senhora da restauração... rs!


Notícia boa para os amantes da arte.
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Acervo de colecionador do Rio poderá ser recuperado
Restaurador esteve na cobertura em Copacabana, na zona sul do Rio, e constatou que muito do que se imaginava perdido pode ser recuperado
Em: 15/08/12
Por: Heloisa Aruth Sturm / Estadão
Link da matéria

Um levantamento realizado dois dias após o incêndio que destruiu as obras-primas "Samba" (1925), de Di Cavalcanti, e "Floresta Tropical" (1938), de Guignard, na noite de segunda-feira, 13, em Copacabana, zona sul do Rio, constatou que praticamente todo o acervo do marchand e colecionador Jean Boghici poderá ser recuperado.

Samba - Di Cavalcanti
Um restaurador esteve na cobertura duplex do colecionador e constatou que muito do que se imaginava perdido está em boas condições de restauração. Algumas obras estavam protegidas por vidros e outras foram danificadas somente por fuligem. Nos próximos meses, parte do acervo de Boghici estará em exposição na mostra "O Colecionador", exposição inaugural do Museu de Arte do Rio (MAR). "O que temos de concreto é que, das 150 peças selecionadas, vamos substituir não mais do que 10% delas", afirmou Leonel Kaz, o curador.

Além das obras de Di Cavalcanti e Guignard, outros três quadros também foram perdidos: "A mulher e o Galgo" (1925), de Vicente do Rego Monteiro, "O Leitor" (1914), de Lasar Segall, e uma pintura de Joaquín Torres García, de 1931. Não é a primeira vez que as obras do artista uruguaio se perdem em um incêndio na cidade. Em 1978, quando quase mil obras foram consumidas pelo fogo no Museu de Arte Moderna do Rio, todos os 80 itens presentes na mostra retrospectiva do construtivismo de Torres García foram destruídos.

Floresta Tropical - Guignard

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Viva Elis


Foto da exposição Viva Elis, no CCBB - Rio
Terça a domingo, das 9h às 21h.
Entrada Franca

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Guarda-chuvas de todas as cores


Águeda é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro, Região Centro e sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 14.504 habitantes. Lá algumas ruas são decoradas com guarda-chuvas coloridos que parecem flutuar no ar, fazendo com que as pessoas que andam sobre o sol quente, fiquem mais aliviadas [e também bem mais felizes] com todas essas cores. Lindo, não?!







Fonte: Follow the Colours

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Camille e Rodin


Peça imperdível: “Camille e Rodin” leva para os palcos o amor e a rivalidade desses dois gênios da arte.

Camille Claudel e Auguste Rodin viveram um dos romances mais conturbados da história da arte. Durante 15 anos, no final do século 19, o casal teve uma relação explosiva, carregada por uma paixão que impactou na criatividade artística de ambos. A história de amor ficou conhecida no mundo todo não só pela representatividade dos dois na arte, mas pelo rumo da vida de Claudel.
O espetáculo “Camille e Rodin”, que marcou a reabertura do Auditório do MASP, retoma este romance visceral. Com texto de Franz Kepler e direção de Elias Andreato (“Gravidade Zero”, “Guetto”), a peça conta de maneira não cronológica esta relação em polvorosa.
Claudel (Melissa Vettore) relembra algumas passagens da vida em flashbacks de dentro do hospício, onde ficou isolada por 30 anos até a sua morte, em 1943. À sombra de Rodin, a escultora se sentia oprimida e sem reconhecimento. E é deste contexto que vem o mérito do espetáculo.


Ao colocar Claudel e Rodin (Leopoldo Pacheco) em combate, a montagem estabelece uma reflexão sobre a arte, sobre a relação entre mestre e aprendiz e o impacto do caso amoroso na obra de cada um. Ela mais emotiva, ele mais técnico... O texto de Kepler tenta desmistificar os artistas destacando a importância que um teve na repercussão do trabalho do outro.
Para isso, Andreato transpõe algumas esculturas em gestos com os quais os atores recriam “O Beijo”, feita por Rodin em 1887 e “A Valsa”, de Camille em 1895. O cenário estático aparece tanto como ateliê quanto como sanatório e é neste vai-e-vem que Camille e Rodin se amam e se perdem.


Via: Colherada Cultural
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“Camille e Rodin”
Onde: Auditório do MASP - Av. Paulista, 1578 – São Paulo
Quando: Até 29 de agosto de 2012
Quanto: R$ 30,00
Info: (11) 3171-3267

terça-feira, 24 de julho de 2012

Impressionante


Flagra de Anthony Hopkins como Alfred Hitchcock. Sim, ele estrela "Hitchcock", filme sobre os bastidores de "Psicose", de 1960.
Idênticos, não?!



Via: Colherada Cultural

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